segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Outra chance

"Voltarás a ter compaixão de nós; […] e lançarás nossos pecados nas profundezas do mar." Miquéias 7:19
As segundas chances podem transformar a vida de uma pessoa, especialmente quando essa segunda chance vem de Deus. O profeta Miqueias exaltou tal graça num tempo em que Israel se submeteu ao suborno, à fraude e a outros pecados desprezíveis. Ele lamentou: “Os fiéis desapareceram; não resta uma só pessoa honesta na terra” (v.2). Miqueias sabia que Deus puniria o mal com justiça. Mas, sendo amoroso, Ele daria outra chance àqueles que se arrependessem. Humilhado por tal amor, Miqueias perguntou: “Que outro Deus há semelhante a ti, que perdoas a culpa do remanescente e esqueces os pecados dos que te pertencem?” (v.18).

Podemos nos alegrar, pois se pedirmos perdão Deus não nos abandona por causa de nossos pecados. Miqueias questionou: “Que outro Deus há semelhante a ti, que perdoas a culpa do remanescente e esqueces os pecados dos que te pertencem?” (v.19).

O amor de Deus dá segundas chances aos que o buscam.

Pai Celestial, obrigado por nos dares a graça das segundas chances.

Por Patrícia Raybon

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Você precisa relaxar

"Volte, minha alma, a descansar, pois o Senhor lhe tem sido bom." (Salmo 116:7)

“Você precisa relaxar”, declara o médico no filme Bernardo e Bianca na terra dos cangurus (Disney, 1990) tentando tratar o albatroz ferido Wilbur, um paciente relutante. “Relaxar? Estou relaxado!”, Wilbur responde nervoso e com sarcasmo, enquanto seu pânico aumenta. “Se estivesse mais relaxado, estaria morto!”


Você se identifica? À luz dos métodos duvidosos do médico (como uma motosserra apelidada como “destrutora do tecido epidérmico”), as apreensões de Wilbur parecem justificadas. A cena é engraçada porque mostra como nos sentimos quando estamos em pânico ao enfrentarmos ou não uma ameaça à vida.

Se estivermos aterrorizados, o incentivo para relaxar pode parecer ridículo. Quando os terrores da vida se acumulam ao meu redor, e quando as dolorosas cordas da morte (v.3) apertam o meu estômago, o meu instinto é revidar, em vez de relaxar.

E as minhas tentativas de revidar em pânico apenas aumentam a minha ansiedade paralisando-me de medo. Porém, mesmo com relutância, permito-me sentir a minha dor e a elevo a Deus (v.4), e algo surpreendente acontece. O “nó” que sinto relaxa um pouco (v.7) e uma paz que não consigo entender me invade.

À medida que o consolo do Espírito me envolve, entendo mais sobre a essência do evangelho e que lutamos melhor se nos entregamos aos poderosos braços de Deus (1 PEDRO 5:6,7).

Por Monica La Rose