terça-feira, 26 de maio de 2020

Uma nação sob o juízo de Deus

Meus queridos, depois de tudo que está acontecendo nos últimos dias, não posso deixar de registrar aqui a seguinte exortação.

Se você acredita em um Deus Soberano, rogo a você que faça as suas prestes para que Ele tenha misericórdia do povo brasileiro e nos poupe de tamanha desgraça. A nossa nação está sob o juízo de Deus e vem sendo muito castigada por causa do egoísmo, avareza, arrogância, blasfêmias, desobediências aos pais, ingratidão, irreverência, calúnias, crueldade, traições, amizade com a luxúria e inimizade com Deus.
O povo brasileiro, além de ser penalizado pelo o vírus mortal que atingiu o mundo de maneira impiedosa, sofre ainda mais por causa da crise política e da corrupção. Pelo que se subtende pelas ações policiais nesses dias, pessoas gananciosas têm se aproveitado da pandemia para roubar os recursos públicos, materiais e financeiros, que deveriam estar sendo direcionados para combater o vírus.

Além do mais, muitos recursos humanos alocados no Estado, que deveriam ser direcionados para combater o vírus, têm sido gastos com brigas políticas e divisões ideológicas sem fim.

A Organização Mundial de Saúde estima que até o dia 4 de agosto de 2020 o Brasil contabilize, no mínimo, 88 mil mortes pela Covid-19, o que colocará o país entre as nações mais atingidas pela pandemia.

Quando o sábio rei Salomão orou pela nação de Israel, Deus se revelou a ele e disse “Se Eu fechar o céu para que não derrame a chuva, ou ainda se ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou mesmo enviar praga sobre a minha própria gente; e se esse meu povo, que se chama pelo meu Nome, se humilhar, orar e buscar a minha face, e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e seus erros e curarei a sua terra.” (2 Crônicas 7:13-14). A partir daquele momento o povo de Israel teve longo período de bonança e prosperidade.

Portanto, ainda há uma esperança para o nosso Brasil. Por meio da oração Deus pode sim mudar o destino de uma nação. A Palavra de Deus nos exorta a orarmos pelas autoridades. "Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, em favor de todas as pessoas; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador," (1 Timóteo 2:1-3)

Se nada você puder fazer além de compartilhar esta exortação, rogo então que APENAS ORE!

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Ainda não acabou

"Quem poderia mandar e fazer acontecer as coisas, sem que o Senhor não o tenha ordenado? Não é o Altíssimo que envia tanto o mal como o bem?" (Lamentações 3:37,38)
Hoje os jornais nos informam que países que supostamente teriam vencido a pandemia voltam a ter novos casos de infecção por coronavírus. Parece que a humanidade ainda tem um longo caminho de luta pela frente. Essa pandemia serve para nos mostrar que somos absolutamente frágeis diante de Deus. Será que vamos reconhecer isso? A boa notícia é que podemos confiar em Deus porque: Ele é absolutamente soberano; Ele é infinito em sabedoria; Ele é perfeito em amor.
O texto que citei acima, escrito nas Escrituras Sagradas, escandaliza muita gente. As pessoas têm dificuldade para aceitar que tanto as desgraças quanto as bênçãos provêm de Deus. Muitas vezes indagam: "Se ele é um Deus soberano e amoroso, como pôde permitir uma desgraça como essa?".
Mas o próprio Jesus confirmou a soberania de Deus na desgraça quando Pilatos lhe disse: "Não sabes que tenho autoridade tanto para te soltar como para te crucificar?". Jesus respondeu: "...Nenhuma autoridade terias sobre mim, se do alto não te fosse dada..." (João 19:10,11). Jesus reconheceu o controle soberano de Deus sobre sua vida, sabendo que iria ser crucificado logo em seguida.
Como Deus sacrificou o próprio Filho por nossos pecados, e isso é um ato tão maravilhoso de amor para conosco, temos a tendência de ignorar que essa foi para Jesus uma experiência dolorosa, muito além de tudo que podemos imaginar. Para ele, em sua humanidade, foi uma desgraça suficiente para levá-lo a orar "Meu Pai, se possível afasta de mim este cálice", mas ele não vacilou em sua confirmação do controle soberano de Deus.
Em vez de se escandalizar com a declaração bíblica da soberania de Deus tanto na bênção quanto na desgraça, os crentes deveriam ser confortados por ela. Qualquer que seja nossa desgraça ou adversidade particular, podemos estar certos que nosso Pai tem um propósito de amor na nossa dor. Como disse o rei Ezequias: "Passei por grande sofrimento para o meu próprio bem" (Isaías 38:17)
Deus não exerce sua soberania por capricho, mas apenas do modo que seu amor infinito considera melhor para nós.