domingo, 30 de dezembro de 2018

O presente de encorajamento

"José […] Barnabé, […] filho de exortação […], como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos." (Atos 4:36,37)

A antiga canção de Merle Haggard, If We Make It Through December (Se chegarmos até dezembro), conta a história de um homem demitido da fábrica, sem dinheiro para comprar presentes de Natal para a sua filhinha. Embora se suponha que dezembro seja uma época alegre do ano, sua vida parece sombria e fria.

O desânimo não é exclusivo de dezembro, mas pode aumentar nesse mês. Nossas expectativas podem estar maiores; nossa tristeza, mais profunda. Há muita ansiedade pelo novo ano que logo se iniciará. Um pouco de encorajamento pode fazer muito.

José, de Chipre, foi um dos primeiros seguidores de Jesus. Os apóstolos o chamavam Barnabé, que significa “filho de exortação”. Ele vendeu uma propriedade e doou o dinheiro para ajudar outros cristãos necessitados.

Mais adiante, lemos que os discípulos estavam com medo de Saulo (Atos 9:26). “Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos…” (v.27). Saulo, depois chamado Paulo, havia tentado, anteriormente, matar os cristãos, mas Barnabé o defendeu como homem transformado por Cristo.

Todos à nossa volta são pessoas que desejam ser encorajadas. Uma palavra na hora certa, um telefonema ou uma oração com elas podem sustentar a sua fé em Jesus.

A generosidade e o apoio de Barnabé demonstram o que significa ser filho ou filha de encorajamento. Esse pode ser o maior presente que poderemos dar a outros neste Natal. — David C. McCasland

Que possamos encorajar outros, da mesma forma como temos sido encorajados pela Palavra de Deus.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

O melhor de todos os presentes

"…[estejam] sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós." (1 Pedro 3:15)

Num retiro de homens, um deles perguntou: “Qual foi o seu melhor presente de Natal de todos os tempos?”

Um homem atlético parecia ansioso por responder. “É fácil”, disse ele, olhando para o amigo ao seu lado. “Alguns anos atrás, terminei a faculdade pensando que tinha todas as chances de jogar futebol como profissional. Quando isso não aconteceu, fiquei bravo. A amargura me consumiu e eu a espalhei a todos os que tentaram me ajudar.”

“No segundo Natal — e sem ser contratado como jogador de futebol —, fui a uma peça de Natal na igreja deste cara”, disse ele, apontando seu amigo. “Não porque eu queria Jesus, mas apenas para ver minha sobrinha na apresentação do Natal. É difícil descrever o que aconteceu, porque parece tolo, mas, bem no meio da apresentação daquelas crianças, senti-me como se precisasse estar com aqueles pastores e anjos encontrando Jesus. Quando a multidão terminou de cantar ‘Noite Feliz’, fiquei ali chorando.”

“Ganhei meu melhor presente de Natal de todos os tempos naquela noite”, disse ele, novamente apontando seu amigo, “quando este cara enviou sua família para casa sem ele, para que ele pudesse me contar como encontrar-me com Jesus”.

Foi então que seu amigo disse: “E esse, gente, foi o meu melhor presente de Natal de todos os tempos.”

Neste Natal, que a alegre simplicidade da história do nascimento de Jesus seja a história que contaremos aos outros. — Randy Kilgore

O melhor presente de Natal é Jesus levando paz e perdão aos outros.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Nossa principal tarefa

"…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14:6)

Quando uma pesquisadora britânica convocou as religiões do mundo para trabalharem juntas pela unidade, as pessoas em todos os lugares aplaudiram. Ela destacou que as principais religiões compartilham a crença na Regra Áurea, e sugeriu: “A principal tarefa do nosso tempo é a construção de uma sociedade global, na qual as pessoas de todas as convicções possam viver em paz e harmonia.” 
Jesus citou a Regra Áurea no Sermão do Monte: “Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês…” (Mateus 7:12). No mesmo sermão, disse: “…amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (5:44). Colocar tais mandamentos em prática seria seguir pelo longo caminho à paz e harmonia. Mas logo após a Regra Áurea, Jesus advertiu: “Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (7:15).

Respeito pelos outros e discernimento da verdade andam de mãos dadas. Se temos a verdade, temos uma mensagem digna de ser contada. Mas Deus dá a todos a liberdade de escolher ou rejeitá-lo. A nossa responsabilidade é apresentar a verdade com amor e respeitar a escolha de cada um, assim como Deus faz.

Nosso respeito pelos outros é essencial para ganhar o respeito deles. É um passo importante para ter a oportunidade de transmitir a mensagem de Cristo, que afirmou: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida…” (João 14:6). — Tim Gustafson

Ame as pessoas; ame a verdade.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Esperando em Deus

"…o Senhor […] é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça…" (2 Pedro 3:9)

Estávamos no ônibus que nos transportava dentro do aeroporto para pegar o voo de conexão, quando o motorista recebeu a ordem de “não sair do lugar”. Aparentemente, perderíamos o voo, e um dos passageiros se enfureceu. Gritou com o motorista, exigindo que ele não cumprisse a ordem recebida ou “correria o risco de ser processado”. Naquele instante, um funcionário da empresa aérea veio correndo a toda velocidade, carregando uma maleta. Olhando para o passageiro furioso, ele lhe entregou a maleta com ar de triunfo. E disse tão logo conseguiu recuperar o fôlego: “O senhor esqueceu sua maleta. Ouvi o senhor mencionar que sua reunião era muito importante, e imaginei que fosse necessitar desta maleta.”


Às vezes, sinto-me impaciente com Deus, principalmente a respeito de Sua volta. E questiono: O que Ele está esperando? As tragédias ao redor, o sofrimento de quem amamos e até os estresses do dia a dia parecem maiores do que a distância entre a terra e o céu.

Então alguém me conta que acabou de conhecer Jesus ou descubro que Deus ainda trabalha em meio ao caos. E lembro-me do que aprendi naquele ônibus do aeroporto. Há histórias e detalhes que Deus conhece, e eu não. Isso me lembra de confiar nele e que a história não gira ao meu redor, pois é parte do plano de Deus dar tempo a quem ainda não conhece o Seu Filho (2 Pedro 3:9). — Randy Kilgore

Enquanto aguardamos a volta de Jesus, sejamos testemunhas dele.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Quer saber a vontade de Deus para a sua vida?

Observe os quatro círculos abaixo:



Círculo 1: Mandamentos negativos - A Palavra de Deus cita algumas proibições tais como: não matar, não furtar, não adulterar, etc... Estes mandamentos não podem ser transgredido por alguém que queira estar dentro da vontade Deus;

Círculo 2: Mandamentos positivos - São mandamentos que devem obrigatoriamente ser seguidos, tais como: amar a Deus sobre todas as coisas, amar o próximo como a si mesmo, fazer o bem aos seus inimigos, respeitar as leis da sociedade, submeter-se às autoridades, etc.;

Círculo 3: Liberdade cristã - Você pode praticar qualquer atitude lícita contra as quais não há proibição nas leis terrenas. Entretanto, nem todas essas atitudes convêm à pessoa que queira andar na vontade de Deus, pois têm motivações não cristãs, tais como: beber bebidas alcoólicas, fumar, ingerir drogas, abortar e tudo que não faz bem ao corpo que é o santuário do Espírito Santo. Também não convém ao cristão provocar invejas, ciúmes, discórdias, frequentar lugares onde Deus certamente não está, e outras coisas semelhantes, e;

Círculo 4: Indiferente para Deus - Neste círculo maior estão incluídas todas as atitudes que não se enquadram nos demais círculos. Estas atitudes são indiferentes para Deus. Normalmente se encaixam aqui os sonhos e desejos que dependem tão somente da sua fé e determinação para realiza-los, tais como: formar nesta ou naquela faculdade, morar neste ou naquele país, trabalhar neste ou naquele emprego, comprar esta ou aquela casa, etc. Entretanto, antes de praticar estas atitudes de realização dos desejos, o cristão deve responder mentalmente às seguintes questões: É benéfico para mim? É não escravizante? É útil para os meus familiares e próximos? Não me afastará daqueles a quem eu amo? Glorifica a Deus? Não me afastará da comunhão com os irmãos na fé? etc...

Siga esses passos e certamente você estará dentro da vontade de Deus.

domingo, 2 de dezembro de 2018

O culto que agrada a Deus

"…apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." (Romanos 12:1)

Você já questionou qual é o culto que agrada a Deus? Aquele mais longo, mais curto, mais barulhento, mais silente? Tudo isso tem a ver com o que nos agrada e, muitas vezes, dizemos que é isso que agrada a Deus.

Paulo “coloca o dedo na ferida” quando declara que precisamos prestar um culto racional, lógico (como diz no grego), ou seja, um culto que tem sentido. Se há algo que não faz sentido é uma igreja que se reúne para adorar e depois cada um vai cuidar da sua vida, ficando o reino de Deus esquecido.

O culto em Israel era marcado pelo sacrifício de animais, para perdão dos pecados. Jesus é o Cordeiro que foi sacrificado para nos purificar de nossos pecados. Por isso, o sacrifício que prestamos, como Paulo ensina, é vivo e santo na forma de uma vida totalmente consagrada ao Senhor.

Paulo continua sua súplica (“rogo-vos”) dizendo “não se amoldem” a este século. Não devemos compactuar com o modo de pensar próprio da cultura e dos costumes comuns aos homens. Somos semelhantes a qualquer ser humano, exceto pelo fato de que abraçamos os valores de Jesus. Permitamos que a mente renovada pelo lavar da Palavra nos confira os padrões que Cristo dá.

Todos que agem assim experimentam a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. O Senhor tem prazer em revelar Sua vontade para todos os que o temem (Salmo 25:12) e o adoram verdadeiramente. — Juarez Marcondes Filho

"Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra…" (Colossenses 3:2)