sábado, 13 de outubro de 2018

Controle das palavras

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios." (Salmo 141:3)

Quando Rebeca estava no palco para palestrar em uma conferência, sua primeira frase ao microfone ecoou pela sala. Foi um pouco perturbador ouvir suas próprias palavras voltarem; ela teve de se adaptar ao sistema de som com defeito e tentar ignorar o eco de todas as palavras que dizia. 


Imagine como seria ouvir tudo que dizemos repetido! Não seria tão ruim nos ouvirmos repetindo: “Eu te amo”, “Eu estava errado”, “Obrigado, Senhor” ou “Estou orando por você”. Mas nem todas as nossas palavras são bonitas, suaves ou gentis. E quanto às explosões de raiva ou aos comentários humilhantes que ninguém quer ouvir uma vez, muito menos duas vezes — palavras que realmente preferiríamos? 

Como o salmista Davi, ansiamos pelo controle do Senhor sobre as nossas palavras. Ele orou: “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (Salmo 141:3). Felizmente, o Senhor quer fazer isso. Ele pode nos ajudar a controlar o que dizemos. Ele pode guardar os nossos lábios. 

Enquanto aprendemos a nos adaptar ao nosso próprio sistema de som prestando muita atenção ao que dizemos e orando sobre as palavras que falamos, o Senhor nos ensinará com paciência e até mesmo nos capacitará a ter autocontrole. E, o melhor de tudo, Ele nos perdoa quando falhamos e se agrada do nosso desejo por Sua ajuda. — Anne Cetas 

Parte do autocontrole é o controle da boca.