sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Nosso novo nome

"…lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo…" (Apocalipse 2:17)

Ela dizia ser uma pessoa preocupada, mas, quando seu filho foi ferido num acidente, ela aprendeu a livrar-se daquela atitude que a restringia. Durante a recuperação de seu filho, toda semana ela se encontrava com amigos para conversar e orar, pedindo a Deus por ajuda e cura. Ao longo dos meses, enquanto transformava seus medos e preocupações em oração, ela percebeu que estava mudando de uma pessoa preocupada para uma guerreira de oração. Ela percebeu que o Senhor lhe estava dando um novo nome. Sua identidade em Cristo estava se aprofundando em meio à luta da tristeza indesejada.

Na carta de Jesus à igreja de Pérgamo, o Senhor promete dar aos fiéis uma pedra branca com um novo nome escrito nela (Apocalipse 2:17). Comentaristas bíblicos têm debatido sobre o significado disso, mas a maioria concorda em que essa pedra branca aponta para a nossa liberdade em Cristo. Nos tempos bíblicos, os jurados de um tribunal de direito usavam uma pedra branca para um veredicto de inocente e uma pedra preta para um veredicto de culpado. Uma pedra branca também dava ao seu portador entrada em eventos como banquetes; de semelhante modo, aqueles que recebem a pedra branca de Deus são bem-vindos ao banquete celestial. A morte de Jesus nos traz liberdade e uma nova vida — e um novo nome.

Qual o novo nome que Deus poderia lhe dar? — Amy Boucher Pye

Os seguidores de Cristo têm uma identidade novinha em folha.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

O que realmente importa

"…considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é […] seu…" (Filipenses 2:3,4)

Dois homens sentaram-se para avaliar os resultados de sua viagem de negócios. Um disse pensar que a viagem havia sido valiosa porque alguns novos relacionamentos significativos haviam começado por meio de seus contatos de negócios. O outro disse: “Relacionamentos são bons, mas o que importa é vender.” Obviamente, eles tinham visões muito diferentes.

 

É fácil demais — seja nos negócios, na família ou na igreja — ver os outros sob a perspectiva de como podem nos beneficiar. Nós os valorizamos pelo que podemos obter deles, em vez de nos focarmos em como podemos servi-los em nome de Jesus. Em sua carta aos filipenses, Paulo escreveu: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Filipenses 2:3,4).

As pessoas não devem ser usadas para o nosso próprio benefício. Por serem amadas por Deus e nós também sermos amados por Ele, nós nos amamos uns aos outros. O amor de Deus é o maior amor de todos. — Bill Crowder

Há alegria quando colocamos as necessidades dos outros acima das nossas.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Muito melhor

"…[tenho] o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor." (Filipenses 1:23)

Uma sirene tocava fora da casa de um menino. Não conhecendo o som, ele perguntou a sua mãe o que era. Ela explicou que a sirene servia para alertar as pessoas sobre uma tempestade perigosa. E explicou que, se as pessoas não se escondessem, poderiam morrer em consequência do furacão. O menino respondeu: “Mamãe, por que isso é ruim? Se morremos, não encontramos Jesus?” 


As crianças nem sempre entendem o que significa morrer. Mas Paulo, que tinha uma vida inteira de experiência, escreveu algo semelhante: “…[tenho] o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Filipenses 1:23). O apóstolo estava sob prisão domiciliar no momento, mas sua declaração não fora por desespero. Ele se regozijava porque o seu sofrimento estava promovendo a difusão do evangelho (vv.12-14).

Então, por que Paulo ficaria dividido entre o desejo de vida e de morte? Porque continuar a viver significaria “trabalho frutífero”. Mas ele sabia que, se morresse, desfrutaria de um tipo especial de proximidade com Cristo. Estar ausente do nosso corpo é estar em casa com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8).

As pessoas que creem no poder salvífico da morte e ressurreição de Jesus estarão com Ele para sempre. Já se disse: “Tudo está bem quando acaba no céu”. Quer vivamos ou morramos, nós ganhamos, pois “…o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21). — Jennifer Benson Schuldt

Crer na morte e ressurreição de Jesus traz a certeza da vida eterna com Ele.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Sem preocupações

"…Passemos para a outra margem." (Marcos 4:35)

Uma confortável viagem de avião estava prestes a ficar instável. A voz do capitão interrompeu o serviço a bordo e pediu aos passageiros para atarem seus cintos de segurança. Logo depois, o avião começou a inclinar-se em todas as direções, como um navio em um oceano acossado pelo vento. Enquanto os demais passageiros faziam o possível para lidar com a turbulência, uma menina ficou sentada o tempo todo, lendo seu livro. Após o avião pousar, perguntaram-lhe como ela havia conseguido ficar tão calma. Ela respondeu: “Meu pai é o piloto e ele está me levando para casa.”

Embora fossem pescadores experientes, os discípulos de Jesus ficaram aterrorizados no dia em que uma tempestade ameaçou afundar seu barco. Eles seguiam as instruções de Jesus. Por que aquilo estava acontecendo? (Marcos 4:35-38). Jesus estava com eles, mas dormindo na popa da embarcação. Naquele dia eles aprenderam que não é verdade que, quando fazemos o que o nosso Senhor diz, não haverá tempestades em nossa vida. Contudo, por Jesus estar com os discípulos, eles aprenderam que as tempestades não nos impedem de chegar até onde o nosso Senhor quer que vamos (5:1).

Se a tempestade que enfrentamos hoje resulta de um trágico acidente, uma perda de emprego ou alguma outra provação, podemos estar confiantes de que nem tudo está perdido. — C. P. Hia

Não precisamos temer a tempestade com Jesus sendo o nosso âncora.