sexta-feira, 15 de abril de 2016

Congregar é preciso

“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns, antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:25)

De acordo com o texto, existe um costume em alguns de não congregar e isto não deve ser imitado. Ao contrário devemos estar sempre falando uns com os outros para nos estimular ou admoestar a congregar. A Bíblia também usa a expressão “…tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima…” 

Em outras palavras está dizendo que quanto mais se aproxima o Dia da volta de Cristo, mais devemos nos empenhar em congregar. Isto porque quanto mais o Dia se aproxima mais aumenta a pressão no mundo, pois o diabo sabe que seu tempo está diminuindo. 

E essa pressão que o mundo nos impõe também afeta o comportamento dos nossos filhos, muitos deles acabam se envolvendo com vícios. E vícios são os que não faltam neste mundo. Nossos filhos precisam crer em Deus, mas também precisam praticar a fé.

Estudo afirma que não é somente `crer´; a prática da religiosidade é que está relacionada à menor propensão aos vícios.

Uma pesquisa recente desenvolvida por pesquisadores de diferentes centros de estudos nos Estados Unidos (Boston Medical Center, Systems & Psychosocial Advances Research Center, entre outros), constatou o que o bom senso já era capaz de supor. Frequentar atividades religiosas desde a infância é um dos hábitos mais eficazes para evitar o uso de drogas ou abuso de álcool na adolescência e juventude.

A pesquisa foi liderada pela doutora Michelle Porche e publicada num congresso acadêmico sobre superação de vícios, na Chester University, Reino Unido. Os pesquisadores concluíram que uma infância religiosa contribui para que o futuro jovem não tenha comportamentos de risco e acrescenta que "a religiosidade pode ser especialmente protetora durante o período de transição da adolescência à fase adulta".

Não basta, contudo, simplesmente "crer", destaca a pesquisa. A religiosidade prática, que inclui a participação frequente em celebrações, cultos ou missas, por exemplo, é o que está relacionada ao desenvolvimento de hábitos mais saudáveis e menor propensão aos vícios. "Uma maior assistência à igreja nesses períodos da vida [infância e adolescência] pode proteger o jovem do uso precoce de álcool e contra o desenvolvimento de problemas relacionados com o alcoolismo", diz o texto da pesquisa.

O levantamento usou como amostra 900 jovens de 18 a 29 anos. Nas conclusões, os pesquisadores propõem que as igrejas intensifiquem seu trabalho com jovens nos temas álcool e drogas, além de sugerir que os profissionais de saúde que lidam com dependentes químicos adotem elementos de prática espiritual com os pacientes que não se opuserem.