sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A soberba

Em sua presunção o ímpio não busca o Senhor; não há lugar para Deus em nenhum dos seus planos. (Salmos 10:4)

O ser humano é soberbo por natureza. O seu orgulho o aprisiona e o impede de encontrar Deus. Considera-se superior aos outros: em honestidade, sabedoria, esperteza, etc. Não tem humildade para reconhecer suas limitações como criatura. Prefere ser seu próprio Deus, determinar seus valores e fixar seus conceitos morais.

O resultado desta atitude soberba e atrevida é a corrupção. Ele torna-se perverso. Perversidade é a maximização da maldade. Quando você acha que já conhece toda a maldade humana, o perverso ainda o surpreende. Por que? Porque ele não conhece limites. Ele impõe suas próprias regras. Decide chamar ao bem, mal e ao mal, bem. Inverte os valores.

Quem determina o que é moral ou imoral? A sociedade por voto da maioria? O governo? A igreja? Cada um? Todas estas instituições são mutantes porque têm como componente principal o ser humano que hoje é e amanhã não é mais. Mas por causa de sua temporalidade a criatura procura algo concreto para aferrar-se. No fundo do seu ser ele anela permanência e essa permanência só pode ser encontrada em Deus. Mas aí surge o drama do incrédulo. Ele nega a existência de Deus porque inconscientemente acha que Deus é um atentado contra sua liberdade e ao mesmo tempo precisa dele na sua desesperada temporalidade.

A Bíblia é o único livro de valores absolutos, portanto, é o único lugar onde podemos achar valores morais permanentes, mas a soberba não permite ao perverso buscar a Deus. Prefere olhar para dentro de si ou para os seus feitos. Investe o seu tempo em buscar qualquer outra coisa, mas não a Deus.

Quanto tempo de seu programa diário você dedica a Deus? Somente Ele é capaz de preencher o vazio de qualquer coração. Somente Deus é capaz de colocar ordem em qualquer vida e trazer esperança aonde só existe desespero. Por isso, hoje, antes de começar suas atividades, lembre-se de voltar para os valores de Deus.