domingo, 25 de outubro de 2015

Auxílo divino

"Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los." (Salmos 21:11)

Existe uma relação estreita entre os salmos vinte e vinte e um. No primeiro o povo de Deus clama por auxílio diante dos inimigos. No seguinte, o povo canta e agradece a Deus pela vitória concedida.

Você e eu, com certeza, já suplicamos o auxílio divino. Aonde mais podemos ir quando sentimos que os recursos humanos falham? O que podemos fazer quando não temos mais forças para lutar e os problemas da vida parecem devorar-nos?

A grande pergunta que precisamos responder hoje é: E depois? Quando o perigo passou e o Senhor nos concede a vitória desejada, quanto tempo paramos para agradecer a Deus?

No salmo vinte e um, Davi agradece a Deus não só pelas vitórias que já foram alcançadas mas pelas vitórias que ainda não foram concedidas. Esta é a lição de hoje. A gratidão pelas bênçãos do passado não é apenas um ato de louvor e reconhecimento, mas também um fator imprescindível de esperança. Não há como viver o futuro sem medo, se você esquecer os grandes feitos de Deus no passado. Pequenos grandes feitos. Grandes pequenos feitos. Coisas simples como o fato de ter nascido, de estar vivo, de ter uma família, de poder andar.

A ingratidão é destrutiva. Aniquila em você a capacidade de olhar para o futuro, e o faz viver em constante temor. O que o salmista afirma: “Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas”. Esta é uma descrição de hipócrita rodeando o filho de Deus. Urdir é tramar, maquinar, é fazer o que aranha faz quando prepara a teia para prender a vítima. Fio a fio, dissimulada e lentamente vai preparando a armadilha mortal.

Alguém está fazendo isso com você, no trabalho, na escola ou na vizinhança? Não tema. Olhe para o passado, veja como Deus o livrou tantas vezes. Lembre-se como cada dia, sem você perceber, a mão poderosa de Deus o livra de tantos perigos. Seja grato a Deus e não tema.

Hoje, saia com esperança e volte com a certeza de que você está protegido nas mãos dAquele que sempre cuidou de você e “Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los”.

sábado, 17 de outubro de 2015

A ética do amor

"Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes. Façam tudo com amor." (I Coríntios 16:13-14 - NVI)

Dois homens, Antonio e José, estavam sentados no banquinho da praça de uma cidade interiorana na qual habitavam em sua maioria cidadãos aposentados. Ali, enquanto colocavam a conversa em dia e relembravam os áureos anos de trabalho duro, Dona Matilde, uma senhora também aposentada, saía de uma agência bancária e cruzava a praça rumo ao supermercado. 

A velhinha havia acabado de sacar todos os seus recursos financeiros e, passando em frente àqueles senhores, os cumprimentou gentilmente, enquanto caminhava com um pouco de dificuldade. Planejava ela utilizar os seus recursos para comprar a cesta de alimentos para o mês. Em seguida, como de costume, passaria na farmácia onde iria adquirir os medicamentos necessários para controlar a sua hipertensão.

O dois homens haviam acabado de comentar sobre a situação caótica em que o mundo, especialmente o Brasil, estava metido com a falta de ética e moral envolvendo grande parte da população. Chegaram a refletir sobre a vantagem de terem passados todos aqueles anos como cidadãos íntegros, pagadores dos impostos e cumpridores de suas obrigações, embora pecadores como todos os homens.

Diziam entre si que, diante de tanta injustiça e imoralidade, ainda valeu-lhes a pena permanecerem íntegros e fiéis aos princípios adquiridos durante toda a vida. Um deles chegou a citar a célebre frase de Rui Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." Mas, felizmente, concluíram que apesar de tudo que ouviam nos noticiários, ainda não haviam chegado ao ponto de se envergonharem da honestidade.

Entretanto, ao verem Dona Matilde passar com sua bolsa cheia de dinheiro, comentavam baixinho entre eles sobre a fragilidade daquela velhinha. E resolveram comparar os seus conceitos de ética.

José disse: - Eu bem que poderia roubar todo o dinheiro de Dona Matilde. Mas não vou fazer isso porque colocarei a perder toda a minha reputação de cidadão de bem conquistada com muito sacrifício nesses anos todos; seria preso e ficaria mal visto na cidade; minha família me repreenderia fortemente por dar mal exemplo aos meus filhos e netos. Por fim, não dormiria em paz, enquanto não devolvesse todo o dinheiro com mil pedidos de desculpas. Isso para mim é ética!

Já Antonio, colocou a sua visão sobre ética de forma diferente: - Eu também poderia roubar Dona Matilde, e não teria nenhum desses problemas que você elencou, José, porque não tenho familiares; não me importo com os que pensam sobre mim; não ficaria com a consciência pesada, pois já cometi pecados horrorosos; não ficaria preso, porque a lei me protege por ser um idoso. O meu conceito sobre ética é este, José, um pouco diferente do seu, pois se roubasse Dona Matilde, estaria tirando dela todo o sustento, deixando-a moribunda e doente. A minha preocupação é com o mal que estaria cometendo a ela, e não a mim!

Caro leitor, qual dos dois estava correto com relação ao conceito de ética? Os dois estavam corretos. Entretanto, quero lhe dizer que José enxergava a ética sob a ótica do egoísmo. Eles estava preocupado consigo mesmo, e com sua reputação. Por outro lado, a motivação de Antonio foi completamente diferente. Ele praticava a ética sob a ótica do amor, a verdadeira ética ensinada por nosso Senhor Jesus Cristo e recomendada pelo Apóstolo Paulo aos irmãos da cidade de Coríntios.

Qual é a nossa ética? A do egoísmo ou a do amor?

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Ensine valores

“O que é ávido por lucro desonesto, transtorna a sua casa, mas o que odeia o suborno, esse viverá.” (Provérbios 15:27)

A família recebeu a notícia como uma bomba. O pai tinha sido preso por tráfico de drogas. Eles viram tudo na televisão, na hora do jornal. O pai, sem camisa, tentando ocultar o rosto das câmaras.

A partir daquele dia muitas atitudes “misteriosas” do pai pareciam ter explicação. Ele sempre dizia que viajava por causa do trabalho, mas a realidade era outra. Homem moralista, carinhoso, esposo e pai exemplar, sempre forneceu tudo que a família precisava. Os filhos o admiravam e a descoberta da vida dupla daquele homem quase destruiu a vida da família.

Muitas pessoas não medem conseqüências quando se trata de conseguir dinheiro. O “lucro desonesto” sempre traz complicações. Nem sempre com a polícia. São complicações interiores, noites sem dormir, consciência culpada e horas infernais de angústia diante da possibilidade de ser descoberto. Tudo isso reflete-se na qualidade de vida. Não é a mesma coisa que conforto. Você compra conforto, não qualidade de vida. Ir a um SPA, gastar dinheiro em férias maravilhosas, comer em bons restaurantes e hospedar-se nos melhores hotéis, trazem apenas conforto.

Salomão declara: “o que odeia suborno, esse viverá.” Acaso a pessoa desonesta não vive? Existe, mas não vive. Viver, no sentido bíblico é mais do que sobreviver, é desfrutar de paz, tranqüilidade, sono reparador, família, valores espirituais, enfim, coisas simples, aparentemente insignificantes, que dão a vida um sentido de plenitude. Isso, não se compra. Você o recebe de graça das mãos de Deus, mediante o trabalho honesto.

Ensine esses valores. Não imponha nada. Muita gente tentou fazer isso e só conseguiu reclamações e revolta. Valores nunca se impõem, se ensina no dia a dia, no convívio, com a palavra e com o exemplo.

Pessoas sábias são reconhecidas pela coerência de suas palavras e de suas ações. Seja uma pessoa sábia com a ajuda de Deus, e faça deste dia um dia especial de formação de valores na vida dos seus amados.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Criando filhos

Por Adam Griffin

Até mesmo uma criança revela sua personalidade mediante suas ações; seu procedimento demonstrará o quanto ela é sincera e bondosa. (Provérbios 20:11) 

Quando eu era garoto, meu pai me perguntava: "O que você quer ser quando crescer?" E eu respondia com franqueza (adoravelmente, sem dúvidas), "um papai':... Em 2011, meu sonho de me tornar pai tornou-se realidade quando meu filho, Oscar, nasceu. Desde este dia, minhas esperanças e sonhos se voltaram para o que o Oscar será quando crescer. É claro que eu gosto de imaginar ele crescendo bonito, talentoso, piedoso e amável, mas não tem como saber isso ainda.... Sem dúvida, ele terá uma cabeleira decepcionante, gostará de comer e suará mesmo quando estiver frio. Para a maioria das coisas, no entanto, vou ter que esperar para ver o que ele vai ser quando crescer. 

Muitas vezes, eu sonho com o grande homem que ele pode ser e quão amável ele será para os outros. Eu sonho que técnicos, professores e pastores irão aprová-lo e até mesmo se impressionar com ele. Imagino seus colegas tendo alta consideração por ele, querendo estar perto dele o tempo todo. Eu imagino que a geração que o segue irá admirá-lo. Eu amo a ideia de que, enquanto ele se torna um homem, ele alcançará favor em tudo e com qualquer pessoa que ele entrar em contato. Alguns desses desejos são saudáveis, e alguns são orgulhosos. 

Eu tenho um forte, e certamente não-incomum desejo de que meu filho seja validado pelo amor das outras pessoas. Muitos pais querem que seus filhos ou filhas sejam pessoas amadas, mas este desejo não é o que faz João 15.19 tão transformador e importante quando confronta a maneira como preparamos nossos filhos para o futuro. Cristo diz a seus discípulos: "Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia". E não é apenas em João 15.19. Há muitos textos nas Escrituras que descrevem a relação conflituosa que os seguidores de Deus terão com aqueles que não são crentes. 

Lendo isto, percebi que se Deus responder minhas orações para que meu filho se torne um seguidor de Cristo, as pessoas irão odiá-lo. Sem dúvida, as pessoas serão absolutamente repelidas por meu filho. 

Se Deus graciosamente salvar meu Oscar, pessoas irão chamá-lo de fanático e homofóbico. Alguns irão ridicularizá-lo como um machista da mesma forma que eles desprezam suas crenças "sexistas". Ele será desprezado como um "mente fechada" por dizer que Jesus Cristo não é apenas Deus, mas o único Deus. Ele provavelmente vai conhecer uma garota que o insulta por sua masculinidade ou por considerá-lo antiquado por esperar um casamento sem ter tido sexo. Seus colegas irão achar que ele é um puritano. Valentões irão chamá-lo de covarde. Sua integridade atrairá insultos como "caxias" (eu não sei o que isso significa). 

Os professores acharão que meu filho ignora os fatos científicos sobre nossas origens, incitando seus colegas de classe a acharem ele um idiota. Pessoas vão dizer que ele foi desviado por seus pais a um caminho ultrapassado de moralidade mascarado por um relacionamento com Deus. Consultores financeiros irão achar que ele é irresponsavelmente generoso. Quando ele tomar uma decisão, haverá aqueles que não tolerarão sua intolerância. Ele será julgado como julgador. Ele terá inimigos e eu pedirei que ele os ame, e mesmo por isso ele parecerá um tolo. 

Se você é como eu e espera que seus filhos sejam seguidores devotos e completos de Cristo, então precisamos criar uma geração que está preparada para ser distintivamente diferente de seus colegas. Em muitas formas, isto é o oposto da minha inclinação natural de como criar meu filho. Criar filhos que estão prontos para serem odiados significa criar crianças que não têm vergonha de seu amor por Deus, mesmo em meio ao ódio e à alienação. Independente dos insultos serem legítimos ou ingênuos, oro para que nossos filhos estejam prontos para manterem-se firmes em meio a um mundo que os odeia. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

É tempo de pregar

“E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, vira o fim.” (Mateus 24.14; Marcos 13.10).

Nos dias 3 e 4 de outubro de 2015, será realizada na Igreja Presbiteriana Nacional, quadra 906, Asa Sul, Brasília, a VII Conferência de Evangelismo Urbano e a II ExpoCEU. Você está convidado a aproveitar o privilégio de receber a Palavra de Deus norteadora da nossa Missão como Igreja. O evento começa no sábado às 17h e tem como tema: “Trabalhemos enquanto é dia! O que você está fazendo?”, pois é tempo de pregar o Evangelho a toda criatura.

[No assim chamado Sermão Profético, Cristo ensinou que o Evangelho deveria ser pregado a todas as nações antes dele voltar. Jesus não quer dizer que cada derradeira pessoa da terra tem de se converter antes da Parousia [do grego, a Presença, indicando a volta visível de Cristo], uma vez que é evidente pelo restante das Escrituras que esse nunca será o caso. Jesus também não quer dizer que cada indivíduo sobre a terra precisa ouvir o Evangelho, antes que ele retorne. O que Ele efetivamente diz é que o Evangelho tem de ser pregado por todo o mundo, como testemunho para todas as nações. 

A ideia parece ser a de que o Evangelho será para todas as nações uma testemunha que convida a uma decisão. O Evangelho tem de se tornar uma força a ser levada em conta pelas nações do mundo. Não significa que cada membro de cada nação ouvirá o Evangelho, mas que este se tornará uma parte da vida de cada nação, de modo tal que não possa ser ignorado. O Evangelho deveria despertar fé, mas se for rejeitado, ele testificará contra aqueles que o rejeitaram. Portanto, a pregação do Evangelho reforçará a responsabilidade de cada nação com relação a ele. 

A pregação missionária do Evangelho a todas as nações é na verdade, o sinal dos tempos extraordinário e mais característico. O período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo é a era missionária por excelência. Este é o tempo da graça, um tempo em que Deus convida e insta com todos os homens para serem salvos. Na Grande Comissão, na verdade este sinal toma a forma de uma ordem: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19). A promessa que segue indica que esta ordem missionária deve ser levada adiante por toda esta era:”E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (v. 20). Este sinal dos tempos, por essa razão deveria ser um grande incentivo para Missões. Desde o Pentecostes (a vinda do Espírito Santo), repousa sobre cada geração a obrigação solene de levar o Evangelho a cada nação. 

Mas é importante observar que este sinal não nos autoriza a marcar uma data precisa para a segunda vinda de Cristo. Quem pode estar certo de quando o Evangelho já terá sido pregado como testemunho para todas as nações? Em quantas línguas e dialetos a Bíblia ou partes da Bíblia terão de ser traduzidos antes que esse alvo seja alcançado? Quantos membros de uma nação tem de ser evangelizados, antes que se possa dizer que o Evangelho será um testemunho para essa nação? E, o que de fato, constitui uma nação? 

Temos humildemente de admitir então, que somente Deus poderá saber quando este sinal tiver sido totalmente cumprido. Entretanto, o fato de que o Evangelho está sendo pregado por todo o mundo é um sinal que nos assegura que Cristo veio e está voltando novamente, mas não nos conta exatamente quando isso ocorrerá. Enquanto isso, a igreja deve continuar a proclamar fielmente o Evangelho por todo o mundo, sabendo que Missões continuam a ser a característica peculiar desta Era até a Parousia. 

Então, enquanto vivemos nesta terra, nós nos preparamos para a vida na nova terra de Deus, com Cristo. Através de nosso serviço real estão sendo agora reunidos os materiais de construção para aquela nova terra. Bíblias estão sendo traduzidas, pessoas estão sendo evangelizadas, crentes estão sendo renovados, e culturas estão sendo transformadas. Somente a eternidade revelará o significado total do que está sendo feito para Cristo aqui.]

Por Anthony Hoekema 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Deus no controle

"Pois do Senhor é o reino, é Ele quem governa as nações." (Salmos 22:28)

A carta de Joana trazia o lamento de uma mulher que tinha perdido a autoestima a ponto de achar que estava sobrando neste mundo. Maltratada pelo esposo e desprezada pelos filhos, achava que não tinha valido a pena gastar-se ao longo da vida procurando a felicidade das pessoas que amava.

“Deus se importa comigo?”, era a pergunta dramática da angustiada mulher. Ao escrever este devocional, penso que, de uma maneira ou outra, por um motivo ou outro existem muitas Joana nesta vida. Homens e mulheres, jovens e velhos, ricos e pobres que se perguntam: “Deus se importa comigo?”

No salmo de hoje Davi apresenta ao Messias, o Senhor Jesus Cristo, como o possuidor do reino e Aquele que governa as nações. A palavra hebraica que se traduz como governar é o verbo mashal, que significa, reger, dominar, controlar.

Deus está no controle do universo, dos reinos e das nações. É verdade que este salmo, profetiza o governo eterno do Messias por ocasião de sua segunda vinda. Mas, é verdade também que hoje, embora muitas vezes tenhamos a impressão de que as coisas e as circunstâncias escaparam do controle divino, Deus continua governando. Por trás dos instrumentos humanos, o Senhor continua com as rédeas do universo e das vidas nas suas mãos.

Portanto, a pergunta de Joana tem resposta: Sim Deus não apenas se importa com você, como está no controle das circunstâncias que envolvem a sua vida. Nada acontece por acaso. Tudo tem um propósito divino.

Continue a navegar, destemido, pelo turbulento mar da existência. Embora a bússola quebre e o leme pare de funcionar, embora a noite seja escura e pareça que seu barco vai naufragar, continue adiante, porque Deus é seu guia. Se ele pode controlar os reinos e governar as nações, por que haveria de esquecer você?

Hoje é um novo dia. Um dia mais para acreditar, para lutar e para sair a procura dos sonhos porque se é verdade que Deus provê o alimento para cada passarinho é também verdade que o passarinho precisa voar a procura dele, mas lembre-se: “... do Senhor é o reino, é Ele quem governa as nações”.