terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Decisões melhores

Os homens jogam os dados sagrados para tirar a sorte, mas quem toma a decisão mesmo é Deus, o Senhor. (Provérbios 16:33)

Cada pessoa depara-se com decisões de consequências imediatas e de longo prazo. Decisões inteligentes podem ser feitas na certeza de que Deus nos dirige em todos os passos, pois procuramos fazer a sua vontade orando, estudando a Bíblia e escutando o Espírito Santo, o Conselheiro divino. Ainda que as Escrituras ofereçam conselhos precisos sobre muitos assuntos de nossa vida diária, parecem silenciar em outros.

Seja qual for caso, nós podemos nos beneficiar dos princípios oferecidos por Paulo aos cristãos coríntios do século I que enfrentaram o dilema moral de comer carne sacrificada aos ídolos.

É preciso perceber se a nossa ação não vai levar outra pessoa a pecar pelo nosso exemplo. (1 Coríntios 8:13)

Temos que ter a consciência de que a ação que iremos praticar irá conceder força e encorajamento para nossa própria vida. (1 Coríntios 6:12; 10:23)

É preciso questionar se a nossa ação vai realmente glorificar a Deus. (1 Coríntios 10:31)

Além de estarmos pautados nos princípios bíblicos, é preciso exercitar a paciência antes de praticarmos qualquer ação, principalmente quando estamos sob pressão. 

“A paciência nos ajuda a tomar decisões melhores porque nos mantém longe das histórias amedrontadoras que prejudicam nosso julgamento. As piores e mais apavorantes fantasias invadem nossa mente, causando tensão e pânico ante uma situação imaginária. É impossível fazer uma escolha adequada nesse estado. Se tivermos paciência, enfrentaremos a vida da seguinte maneira: algo está acontecendo, e o resultado tanto pode ser ruim quanto bom. De qualquer forma, o importante é saber lidar com ele. Ficar nervoso ou estressado prejudicará nossa ação. Como disse Mark Twain: ‘Os piores problemas que tive em minha vida foram aqueles que nunca aconteceram.’ Desperdicei uma grande quantidade de tempo e energia me preocupando com coisas que nunca chegaram a acontecer,
só porque não tive paciência para ver como elas seriam de fato. Por isso, foi um grande alívio descobrir que quanto mais eu exercito a paciência, melhor posso avaliar uma situação antes de me inquietar e entrar em pânico." (M.J.Ryan)

Se a prática da paciência não nos trouxer outra recompensa além da capacidade de tomar decisões melhores, especialmente em uma crise, ela própria já terá valido a pena. Com paciência podemos melhor perceber se estamos seguindo os princípios bíblicos. Agindo assim, certamente não sairemos do plano perfeito que Deus traçou para as nossas vidas.