terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Tudo porque alguém orou!

As duas irmãs mandaram [alguém] dizer a Jesus: — Senhor, o seu querido amigo Lázaro está doente! (João 11:3)

Hoje completa 11 dias. A cirurgia foi um sucesso. A recuperação está sendo ótima. Sinto-me fortalecido fisicamente e, principalmente, na fé. O trabalho da equipe cirúrgica e os cuidados médicos pós-cirúrgicos foram perfeitos. Mas o esforço mais essencial continua sendo realizado por aqueles que têm nos coberto em orações. Essas pessoas que oram mantêm vivas as fogueiras da fé e, muitas vezes, nem sabemos os nomes. 

O versículo acima mostra nos a atitude de uma pessoa importante, não por conta de quem foi, mas sim pelo que fez. Ela foi até Jesus em nome de um amigo que estava enfermo. Enquanto outras se preocupavam com o aspecto físico de Lázaro, essa pessoa – que não sabemos o nome – se preocupou com o aspecto espiritual, pois tinha certeza que Jesus é o Médico dos médicos e, sem a intervenção dEle, a mais competente equipe médica falha. Todos têm um papel importante na cura de um enfermo, mas o mais vital é daquele que intercede a Jesus. 

A oração é um item valioso na cura de um doente. Se lermos a história com cuidado, perceberemos que a cura de Lázaro começou quando a oração foi feita por essa pessoa a Jesus. Interessante que esse intercessor usa o termo “o seu querido amigo Lázaro está doente”. Ele não baseou a sua petição no amor imperfeito do doente, mas confiou tão somente no amor perfeito do Mestre. “O poder da oração não depende daquele que faz a oração, mas daquele que a escuta” (Max Lucado)

Ao orarmos, devemos sempre nos lembrar de pedir algo a Jesus tendo por base o Seu amor, porque assim a resposta é certa. Muitos almejam receber as bênçãos divinas baseando suas orações no amor próprio, que é falho e imperfeito. Depois questionam porque não obtêm a resposta. O intercessor de Lázaro agiu de forma correta e obteve prontamente a resposta de Jesus: “— O resultado final dessa doença não será a morte de Lázaro. Isso está acontecendo para que Deus revele o seu poder glorioso; e assim, por causa dessa doença, a natureza divina do Filho de Deus será revelada.” (João 11:4)

Em vista disso, podemos ter a certeza que não somos ignorados no céu. Jesus ouve e responde as nossas orações. Ele ouve quando suplicamos pelo aflito, pelo necessitado, pelo doente, pelo encarcerado, pelo asilado, pelo alcoólatra, pelo drogado. Jesus ouve e responde simplesmente porque ele ama e quer que todos estejam bem. Ele é bom. Ele é muito bom. Ele é bom demais! 

“Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores.” (Tiago 5:13) 

Graças a Deus, hoje estou alegre e posso cantar louvores! Tudo porque alguém orou! 

Muito obrigado pela sua oração.