terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A falsa felicidade

Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade. (Eclesiastes 5:10)

“A verdadeira medida de nossa riqueza consiste em saber quanto valeríamos se perdêssemos todo o nosso dinheiro.” (J.H. Jowett)

Qual a nossa verdadeira riqueza? Em que temos confiado? Onde está colocado o nosso coração? O que nos aflige? Pelo que anseia a nossa alma? Em que está a verdadeira felicidade?

Há pessoas que pensam ter alcançado a felicidade pelo fato de terem muito dinheiro no banco. Há outras que são infelizes exatamente porque não têm muito dinheiro. Há ainda outras cujo único objetivo na vida é ganhar dinheiro, ter posição social e fama, e tudo fazem para atingir seus propósitos.

Mas, o Senhor nos deixa registrado em Sua Palavra que o amor aos prazeres deste mundo nunca nos proporciona paz. Os que agem dessa forma, nunca estão satisfeitos. Querem mais... e querem mais... e sempre desejarão mais. A sua felicidade está exatamente em galgar os cargos públicos, adquirir fama e ganhar dinheiro e não no fato de terem os bens em si. Um dia... tudo acaba, e a felicidade também!

Os que confiam no Senhor são muito mais felizes. O nosso Deus nos concede aquilo de que necessitamos e, a nossa felicidade não está em ter tudo e sim em ter o Senhor que nos dá tudo. Glórias a Deus por isso. Se temos pouco, o Senhor nos alegra o coração. Se temos muito, a alegria continua em nossas vidas. Se perdemos o pouco ou o muito, nada muda em nossas almas. A nossa felicidade permanecerá para sempre!

Nesse sentido, Paulo nos exorta quanto à postura com relação ao mundo: “...Pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar...” (I Timóteo 6:7)

Nossa passagem por este mundo pode ser melancolicamente vazia, sem termos conseguido nada que o mundo oferece, mas ganhará grande valor se entendermos que o de mais precioso neste mundo é a felicidade de conhecer a Jesus Cristo e satisfação de anunciar a sua Palavra para engrandecimento do Reino Celestial. 

Eu amo a abundância do que Deus me dá. Ele me faz muito feliz. Por que perderia tempo com coisas passageiras ou com uma felicidade enganosa? Quando aceitamos isso, nos tornamos verdadeiramente felizes.