sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Quem comanda o seu candidato?

Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo. (João 17:18)

O povo brasileiro anseia por mudanças na velha política e volta às urnas na tentativa de encontrar homens e mulheres realmente comprometidos com o bem da nação. Infelizmente a “nova política” dificilmente encontrará terreno fértil, quaisquer que sejam os vencedores destas eleições, porque a maioria dos candidatos não se sente confortável em defender publicamente o legado de Jesus Cristo.

O legado de Jesus Cristo como líder constitui uma inspiração para todos, e Seu estilo de liderança deve ser colocado em prática por todos Seus seguidores. Ele foi o líder modelo: o mais revolucionário, capaz, solidário, dedicado e eficiente. Trabalhou com um grupo pouco promissor de “associados”, mas, apesar de severas disfunções, saíram para realizar com sucesso a tarefa para a qual Ele os havia treinado. E eles fizeram isso por uma razão básica: estar com Ele outra vez. Jesus os cativara.

Jesus apresenta dois aspectos decisivos em Seu perfil de líder. Primeiro, Ele triunfou sobre a grande tentação de usar Sua autoridade para benefício próprio. No deserto, Satanás ofereceu-Lhe várias “oportunidades de negócios”. Mas Ele não as aceitou porque não estavam relacionadas com Sua missão de servir aos outros. Ali estava alguém dotado com poder ilimitado. Ele poderia ter feito literalmente qualquer coisa. Contudo, não construiu nenhum projeto de poder. Não se valeu de propagandas enganosas. Não entrou em nenhuma aventura comercial que poderia ter financiado Sua missão, que era específica, mas radicalmente focada.

Segundo, Jesus legou-nos o exemplo de Sua submissão ao “Chefe”. É claro que os líderes devem ouvir as pessoas e circunstâncias. Contudo, em primeiro lugar, devem definir quem é o “chefe”. Para muitos, o chefe é o “umbigo”. Para outros, é a corrupção. Jesus, em Sua encarnação, sabia quem era Seu “Chefe”. Encontrava-Se com Ele diariamente para alinhar Sua agenda e desempenho. Esse compromisso era inegociável. Nada o interrompia. Quem bom seria se todos os líderes tivessem essa submissão a Deus!

Nas eleições, observe atentamente os seus candidatos políticos. Eles têm potencial para serem líderes eficazes? Que palavras positivas melhor os descrevem? Quem eles são no dia a dia? São probos? Ou pairam-lhes suspeitas? Quem é que comanda os seus ideais? É o dinheiro? O poder pelo poder? O interesse particular? Observe se eles são guiados pelo interesse público de construir um país melhor para nós e nossos filhos. Pense nisso antes de votar!