terça-feira, 17 de junho de 2014

Quem são estrelas?

Os mestres sábios, aqueles que ensinaram muitas pessoas a fazer o que é certo, brilharão como as estrelas do céu, com um brilho que nunca se apagará. (Daniel 12:3)

Na Copa estamos recebendo muitas estrelas em nosso país. Quando ouvimos falar em estrelas, em que pensamos? Nos bilionários jogadores de futebol e de outros esportes? Em Hollywood e a sua “calçada da fama”? Na televisão? Na música popular? Todos esses segmentos da vida moderna, com uma enorme quantidade de “estrelas”, parecem capturar a imaginação de milhões de pessoas, fascinados com o “sucesso” delas. Quantas hoje lotam as Arenas – ou ficam diante das TVs – para aplaudirem Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e outras estrelas que vão se despontando neste céu de ilusão chamado Copa.

“Eu não penso mais nas estrelas de Hollywood como importantes. [...] Como pode um homem ou mulher que ganha salários astronômicos e vive em luxo insano realmente ser uma estrela, no mundo em que vivemos, se por ‘estrela’ queremos dizer alguém brilhante, um herói, alguém que seja um exemplo? Estrelas verdadeiras não vivem passeando em limusines [...] enquanto usam garotas vietnamitas para fazer suas unhas. Elas podem até ser pessoas interessantes, mas, para mim, não são mais heróis. Uma estrela real [...] é o soldado em Bagdá, que vê uma garotinha brincando com uma granada que não explodira, perto de seu posto de guarda. Ele empurra a menina para o lado e se joga sobre a granada para receber a explosão. [...]

Há outras estrelas no firmamento: [...] policiais; paramédicos que cuidam de pessoas acidentadas; professores; enfermeiras que se entregam inteiramente ao serviço, cuidando de enfermos ou crianças autistas, o tipo de homens e mulheres que trabalham em hospícios e alas de câncer. Penso nos bombeiros correndo nas escadas do World Trade Center quando as torres caíam. Agora você conhece minha ideia de uma estrela real. [...] Deus é real, não ficção. [...] Abandonamos a insanidade humana quando deixamos de ser os ‘diretores do filme de nossa vida’, e a entregamos ao controle de Deus. Cheguei à conclusão de que a vida vivida para ajudar outros é a única vida que vale a pena.” (Ben Stein, colunista norte-americano)

Algumas patéticas “estrelas” que conhecemos – e que muitos hoje se prostram diante delas – não passam de meteoros que logo caem na escuridão e se apagam. Deus quer você como Sua estrela real, utilizando o extraordinário dom da vida a serviço daquilo que vale mais do que a própria vida. Esse é o brilho eterno que devemos almejar.