sexta-feira, 28 de junho de 2013

Imitação de Cristo

Vocês são filhos queridos de Deus e por isso devem ser como ele. (Efésios 5:1) 

O propósito de Deus para nós é que sejamos parecidos com Deus, mediante a imitação de Cristo, seu filho. 

Existem três textos bíblicos que embasam essa afirmação, conforme escreveu John Stott em seu livro “O discípulo radical”, nos textos extraídos a seguir. 

O primeiro texto está em Romanos 8:29: “Porque aqueles que já tinham sido escolhidos por Deus ele também separou a fim de se tornarem parecidos com o seu Filho. Ele fez isso para que o Filho fosse o primeiro entre muitos irmãos.” Quando Adão caiu, perdeu muito da imagem divina à qual ele havia sido criado. Porém, Deus a restaurou em Cristo. Conformidade à imagem de Deus significa ser como Jesus, e a semelhança com Cristo é o propósito eterno para o qual Deus nos predestinou. 

O segundo texto é 2 Coríntios 3.18: “Portanto, todos nós, com o rosto descoberto, refletimos a glória que vem do Senhor. Essa glória vai ficando cada vez mais brilhante e vai nos tornando cada vez mais parecidos com o Senhor, que é o Espírito.” A perspectiva mudou — do passado para o presente; da predestinação eterna de Deus para a transformação que ele realiza em nós no presente por meio do seu Espírito Santo; do propósito eterno de Deus de nos fazer como Cristo para a obra histórica de nos transformar à imagem de Cristo mediante o seu Espírito. 

O terceiro texto é 1 João 3.2: “Meus amigos, agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser. Porém sabemos isto: quando Cristo aparecer, ficaremos parecidos com ele, pois o veremos como ele realmente é.” E se Deus está trabalhando com essa finalidade, não é surpresa que ele nos chame para cooperar com ele, "siga-me", diz ele, "imite-me". 

Ao mesmo tempo, não sabemos e sabemos; não sabemos com detalhes o que seremos, mas sabemos que seremos como Cristo. E, na verdade, não há necessidade de sabermos mais nada. Estamos contentes com a gloriosa verdade de que estaremos com Cristo e seremos como ele. 

Então, são três perspectivas (passado, presente e futuro) e todas apontam para a mesma direção: o propósito eterno de Deus (nós fomos predestinados); o propósito histórico de Deus (estamos sendo transformados); e o propósito escatológico de Deus (seremos como ele). 

Tudo isso contribui para a mesma finalidade de semelhança com Cristo, pois esse é o propósito de Deus para nós.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Vamos para rua!

O Senhor disse a Moisés: — Por que você está me pedindo ajuda? Diga ao povo que marche. (Êxodo 14:15)

As manifestações que vêm ocorrendo em vários pontos do Brasil não podem ser minimizadas. Nós estamos vivendo um momento histórico, e quem sabe uma revolução, porque parecíamos tolerantes demais diante das injustiças. Essas manifestações não são casuais e estão perfeitamente inseridas no contexto em que vivemos. O mais interessante é que a iniciativa de ir para a rua tem sido uma atitude de livre e espontânea vontade, sem que haja uma liderança política aparente. O crescente uso das redes sociais tem contribuído bastante para essa façanha. 

Há uma repulsa generalizada contra a corrupção e o mau uso dos recursos públicos. A insatisfação com a condução da economia e o medo de perder conquistas sociais duramente alcançadas também impulsionam a população a reagir. "As ruas das grandes cidades brasileiras parecem agora vacinadas contra o proselitismo, as ideologias velhas e o populismo."

A Bíblia não proíbe manifestações. Todos têm o direito de lutar em causa própria ou em prol do seu semelhante. Só precisamos ter cuidado para não ser levados na onda dos atos de vandalismo. O Senhor condena a violência e nada justifica a depredação do patrimônio público e privado. Do outro lado, a violência pode partir da polícia que inevitavelmente agirá para reprimir atos que considerar ameaças à segurança pública.

Mas não podemos ficar parados. Deus não quer isso. Após sair do Egito, o povo de Israel foi para o deserto e lá permaneceu descontente, sem atitude, à espera de um milagre, de uma solução divina que o livraria do exército de Faraó. O líder Moisés sabiamente pediu ajuda, mas o Senhor ordenou que o povo marchasse, não ficasse parado, porque ele estaria à frente providenciando definitivamente o livramento da escravidão. Como o povo atendeu ao pedido, Deus abriu milagrosamente o Mar Vermelho e o povo mudou de vida, ficou livre.

Essa mensagem bíblica nos ensina que devemos pedir ajuda ao Senhor orando pelos nossos governantes. Mas também nos ensina que não podemos ficar parados, inertes diante dos erros perceptíveis. Pelo contrário, a luta pelos nossos ideais, por um mundo melhor, com mais justiça social e melhores condições de vida não pode parar. 

Alguns perguntam se, como seguidores de Jesus Cristo, devemos engrossar as vozes dos que protestam contra a corrupção e a ineficiência do governo. Eu digo que sim. E vale a pena participarmos pacíficamente desse momento histórico da nossa nação.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O narcisismo da Nova Era

Lembre-se disto: nos últimos dias haverá tempos difíceis. Pois muitos serão egoístas, avarentos, orgulhosos, vaidosos, xingadores, ingratos, desobedientes aos seus pais e não terão respeito pela religião. (2 Timóteo 3:1-2) 

Narcisismo descreve a característica de personalidade de paixão por si mesmo. A palavra é derivada da Mitologia Grega. Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava. Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento. 

Nos anos 70, o narcisismo se expressou por meio do Movimento Potencial Humano, que enfatizava a necessidade da autorrealização. Nos anos 80 e 90, o Movimento da Nova Era imitou o Movimento Potencial Humano que, além de estimular o amor-próprio, desrespeita a fé. Hoje, o Movimento da Nova Era nos convida a olhar para dentro de nós mesmos e nos explorar, pois a solução para os nossos problemas está em nosso interior. Não precisamos que um salvador surja em algum lugar e venha até nós; podemos ser o nosso próprio salvador. É isso que prega.

Existem muitas pessoas recomendando não amar a Deus e ao próximo, mas somente a si mesmos.  Tenhamos cuidado com frase do tipo eu me amoeu sou eu, porque amor-próprio manifestado em forma de egoísmo é um dos sinais dos últimos tempos. Ao contrário, Jesus Cristo falou do amor ágape que é o sacrifício próprio em benefício de outros. 

Jesus disse: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” (Mateus 22:39). É uma equação de igualdade. Não se deve amar mais a si próprio do que os outros. A preocupação doentia consigo mesmo não é saudável espiritualmente, nem socialmente. A intenção de Deus é que vivamos em uma comunidade de amor, de adoração e de serviço. Todos sabem que o amor é a maior virtude do mundo.

“Aquele que não ama, não vive” (Raimundo Lúlio). “Pois viver é amar, e sem amor a personalidade humana se desintegra. É por isso que todos procuram autênticos relacionamentos de amor.” (John Stott). 

Portanto, não devemos aceitar o convite para o narcisismo, sendo como peixes mortos que são levados pela corrente ou camaleões que mudam de cor de acordo com o ambiente. Mas devemos nos opor firmemente contra a cultura do individualismo tão presente nestes dias e amar primeiramente a Deus com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente. O resultado disso é saudável. (Mateus 22:37).

terça-feira, 18 de junho de 2013

Manifestações de ódio

Não fique com raiva, não fique furioso. Não se aborreça, pois isso será pior para você. (Salmos 37:8)

O ódio é um sentimento intenso de raiva. Traduz-se na forma de antipatia, aversão, desgosto, rancor, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo. O ódio não é necessariamente irracional, mas é pecado.

Numa sociedade na qual prevalece a liberdade de expressão é comum presenciamos manifestações públicas de ódio, muitas delas camufladas em marchas, paradas, cartazes e expressões diversas.

Em países democráticos de direito como o nosso, manifestações são exercícios da liberdade de expressão. Mas nenhuma decisão governamental pode proteger manifestações de cunho intolerante ou de ódio.

O mandamento de Jesus Cristo não foi para odiar, mas para amar. Todos têm direito de manifestar pacificamente os seus sentimentos, ou suas revoltas, mas o ódio não deve prevalecer ou dominar as expressões, pois traz malefício para quem odeia.

Estamos neste momento assistindo às imagens de manifestações que, segundo os jornais, são contra o aumento das passagens de ônibus, trem e metrô na cidade de São Paulo. Pelo que se pode perceber, o protesto, que no dia anterior reuniu mais de 60 mil pessoas na capital paulista, abraçou outras causas e se espalhou pelo país. 

Após cinco dias, o movimento começa parecer uma manifestação de revolta contra a precariedade da educação, da saúde, da segurança, da justiça, e pelo fim da corrupção, pela melhora no transporte público e outras coisas mais. O problema é que o movimento deixa de ser saudável na medida em que manifestantes mais exaltados começam a encontrar pretextos para atos de vandalismo e manifestações de ódio, com depredações e invasões de prédios públicos. 

Mas o ensinamento bíblico não é que tenhamos uma vida na qual se alimenta a raiva e a fúria. Pelo contrário, Cristo disse que felizes são as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos. (Mateus 5:9). 

Sabemos que é difícil amar pessoas que julgamos serem as causas de nossa infelicidade, mas devemos fazê-lo sabendo que uma grande recompensa está guardada no céu para nós.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O relativismo ético

Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. (Romanos 12:2) 

Segundo John Stott, em sua obra “O discípulo radical”, existe uma tendência contemporânea que nos ameaça e à qual não devemos nos render: O relativismo ético. 

Todos os padrões morais que nos cercam estão se desfazendo. Isso é verdade especialmente no Ocidente. As pessoas já não sabem mais o que é certo ou errado. 

Em nenhuma esfera esse relativismo é mais óbvio do que na da ética sexual e na da revolução sexual. Pelo menos onde a ética bíblica era levada a sério, “o casamento era universalmente aceito como uma união monogâmica, heterossexual, amorosa e vitalícia, e como o único contexto dado por Deus para a intimidade sexual. Atualmente, porém, a relação sexual fora do casamento é largamente praticada, dispensando o compromisso essencial com um casamento autêntico. Além disso, relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são vistos como alternativas legitimas ao casamento heterossexual”, escreve John Stott. 

Para combater tais tendências, Jesus Cristo chama seus discípulos à obediência e a se conformarem aos seus padrões. Alguns dizem que Jesus não falou a respeito disso. Mas ele o fez. Citou Gênesis 1.27 “homem e mulher os criou” e Gênesis 2.24 “deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”, dando a definição bíblica de casamento. E depois de citar esses versículos, Jesus deu-lhes seu próprio endosso pessoal, dizendo: “o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19.4-6). 

O espírito de relativismo ético atua fortemente para derrubar esses e outros preceitos bíblicos. Para esse espírito, a moralidade é basicamente arbitrária, ou seja, tudo depende de onde você está, de quem você é, de como você foi educado, e de como você se sente. O que é correto hoje pode não ser amanhã e vice-versa. Não existe uma “clausula pétrea” imutável no tempo. Por causa desse espírito, a Palavra de Deus é considerada antiquada e ultrapassada. 

Mas Deus não muda com o tempo. Por isso, devemos discordar do espírito do relativismo ético. Não precisamos ser inflexíveis em nossas decisões éticas, mas devemos procurar, com sensibilidade, aplicar princípios bíblicos em cada situação. O senhorio de Jesus Cristo é fundamental para o nosso comportamento e o lema “Jesus é o Senhor” deve continuar sendo a base da nossa vida. Só assim ajudaremos o “mundo a se encontrar”, ao invés de sermos confundidos diante da inexistência de quaisquer absolutos.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Controle total

O Anticristo obrigou todas as pessoas, importantes e humildes, ricas e pobres, escravas e livres, a terem um sinal na mão direita ou na testa. Ninguém podia comprar ou vender, a não ser que tivesse esse sinal. (Apocalipse 13:16-17) 

O registro de identificação de todas as pessoas levará à implementação do controle total. Esse é mais um dos sinais dos tempos. A prova disso são as escutas telefônicas ocorridas nos Estados Unidos, fato que causou escândalo recentemente. 

Para entender esse processo, é preciso prestar atenção no que acontece nos países emergentes. O maior problema dessas nações é a identificação das pessoas. Normalmente os governantes têm pouquíssima informação sobre os cidadãos, daí a abundância de crimes, dentre eles a corrupção, nos quais os criminosos usam identidades falsas ou criam empresas de fachada para esconderem a movimentação de recursos financeiros ilegais desviados dos cofres públicos e assim escaparem da punição. 

As nações desenvolvidas são aquelas que têm a maior quantidade de informação possível sobre seus cidadãos. Em decorrência disso, as empresas sérias preferem investir nesses países fazendo a economia crescer o suficiente para aumentar mais rapidamente o bem estar da sua população. 

Hoje em dia, graças à tecnologia da computação, todos os governos têm condições de identificar por completo cada pessoa. Contudo, a coleta de todos esses dados de identificação requer tempo, razão pela qual se verifica este período de preparação que tem o objetivo de sorrateiramente convencer a população mundial de que a identificação e as informações precisas são chave para uma melhor qualidade de vida e, desse modo, deixá-la pronta para seguir até mesmo os ditames ilógicos que a situação vier a requerer. Assim, o controle total será uma conquista que coroará a inteligência humana e poucos se oporão a ele. 

O sucesso da implantação desse controle total sobre as pessoas levará ao cumprimento da profecia de Apocalipse 13:16-17. Entretanto, isso não deve ser motivo de preocupação para aqueles que aceitam o dom gratuito da salvação em Cristo e que esperam ansiosamente pela sua volta que os salvará do castigo divino que está para vir. Na volta de Cristo, seremos levados nas nuvens e assim ficaremos para sempre com ele. (1 Tessalonicenses 1:10; 4:16-18) 

Portanto, animem uns aos outros com essas palavras.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Não fiquem aflitos

Jesus disse: — Não fiquem aflitos. Creiam em Deus e creiam também em mim. (João 14:1-28) 

“Na casa do meu Pai há muitos quartos, e eu vou preparar um lugar para vocês. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito. E, depois que eu for e preparar um lugar para vocês, voltarei e os levarei comigo para que onde eu estiver vocês estejam também. 

E vocês conhecem o caminho para o lugar aonde eu vou. Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim. 

Agora que vocês me conhecem, conhecerão também o meu Pai. Quem me vê vê também o Pai. Eu estou no Pai e o Pai está em mim. Se vocês não creem por causa das minhas palavras, creiam pelo menos por causa das coisas que eu faço. Quem crê em mim fará as coisas que eu faço e até maiores do que estas, pois eu vou para o meu Pai. 

E tudo o que vocês pedirem em meu nome eu farei, a fim de que o Filho revele a natureza gloriosa do Pai. Eu farei qualquer coisa que vocês me pedirem em meu nome. 

Se vocês me amam, obedeçam aos meus mandamentos. Eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Auxiliador, o Espírito da verdade, para ficar com vocês para sempre. O mundo não pode receber esse Espírito porque não o pode ver, nem conhecer. Mas vocês o conhecem porque ele está com vocês e viverá em vocês. 

Não vou deixá-los abandonados, mas voltarei para ficar com vocês. Quando chegar aquele dia, vocês ficarão sabendo que eu estou no meu Pai e que vocês estão em mim, assim como eu estou em vocês. 

A pessoa que aceita e obedece aos meus mandamentos prova que me ama. E a pessoa que me ama será amada pelo meu Pai, e eu também a amarei e lhe mostrarei quem sou. 

A pessoa que me ama obedecerá à minha mensagem, e o meu Pai a amará. E o meu Pai e eu viremos viver com ela. A pessoa que não me ama não obedece à minha mensagem. E a mensagem que vocês estão escutando não é minha, mas do Pai, que me enviou. 

O Auxiliador, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará com que se lembrem de tudo o que eu disse a vocês. 

Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo. Vocês ouviram o que eu disse: Eu vou, mas voltarei para ficar com vocês.” (Jesus Cristo)

terça-feira, 4 de junho de 2013

Por que tanta violência?

Porque o mundo jaz no Maligno. (1 João 5:19) 

Enquanto falava do amor de Deus, a pessoa que me ouvia fez a seguinte colocação: “Eu não acredito em Deus por causa da maldade. Olha a violência. Ninguém tem medo de ser preso. A impunidade impera. Os bandidos zombam das leis. O desrespeito ao próximo está em todo lugar. Motoristas bêbados, menores armados, caixas eletrônicos explodidos, sequestros relâmpagos, estupros, assassinatos, etc. Além de tudo, temos pessoas suspeitas e condenadas fazendo nossas leis. Com tudo isso você vem me falar do amor de Deus?” 

Eu disse: A lógica do seu raciocínio está invertida. Vejamos: O mal respeita algum limite? Não. O mal respeita a lei? Não. O mal respeita a ética? Não. O mal respeita a moral? Não. Então porque que o mal não tomou conta de tudo? É esta a resposta que você deveria buscar. O mal não tomou conta de tudo porque há um poder no Universo impedindo que o mal tome conta de tudo. E a Bíblia diz que esse poder é Deus, que nos ama. 

Eu creio que Deus fica profundamente triste em ver a humanidade sofrendo assim. Ele gostaria muito de poder agir, mas respeita as nossas escolhas. Escolhemos afastá-lo de nossas decisões, de nossas vidas. Não queremos mais seus ensinamentos. Julgamos ultrapassados os princípios bíblicos. Achamos uma violência corrigir nossos filhos quando se comportam mal... 

Ao observamos campanhas a favor do aborto, do homossexualismo, da liberdade para usar o corpo como quiser, nós concordamos. Apoiamos as campanhas que incentivam o uso de camisinha, em vez de combatermos a prostituição e o sexo fora do casamento. Aceitamos a pornografia como direito de expressão. Elegemos políticos suspeitos e condenados. Quando aprovam leis que dão margem à impunidade e legislam em causa própria, nós dizemos “que faz parte do processo democrático”. Não nos importamos com o mau comportamento de nossos líderes e governantes – que deveriam ter reputação ilibada – e assim, “dizemos” aos nossos filhos que o que fazem é normal, é permitido. 

Agora estamos nos perguntando por que tanta violência, por que não se distinguem entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que cometem crimes sem nenhum pudor. Se analisarmos seriamente, perceberemos que estamos colhendo exatamente o que semeamos! 

O mundo todo está debaixo do poder do Maligno, mas ainda há esperança. Ela está na educação baseada nos ensinamentos daquele que mais entende do comportamento humano: Deus. 

Portanto, antes que o mal tome conta de tudo, voltemos-nos para a solução há tempos proposta pelo Criador. A solução é Jesus Cristo, e seus ensinamentos como Filho de Deus.