quinta-feira, 4 de abril de 2013

A homossexualidade

Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos. Então esses desejos fazem com que o pecado nasça, e o pecado, quando já está maduro, produz a morte. (Tiago 1:14-15) 

Num mundo onde se busca sacramentar a liberdade das pessoas, qualquer repressão pode ser interpretada como um ato preconceituoso. Deus criou todos os animais, mas ao homem ele deu o livre arbítrio. Sendo assim, a liberdade de escolha é um direito dado por Deus. Não nos cabe reprimir esse direito. 

Há muita polêmica sobre a opção sexual, mas não há divulgação sobre o real motivo de algumas pessoas sentirem-se atraídas sexualmente por outras do mesmo sexo. Algumas pesquisas científicas afirmam que a tendência sexual é determinada durante a gestação, pois a quantidade e o tipo de hormônios que o feto recebe determinará a orientação sexual da pessoa. A teoria da determinação genética afirma que a orientação nasce com a pessoa e, que por isso, ninguém “decide ser homossexual”. 

Em 1886, o sexólogo Richard von Krafft-Ebing propôs em sua obra Psychopathia Sexualis que a homossexualidade era causada por uma “inversão congênita”. Em 1952, a Associação Americana de Psiquiatria afirmou que era uma desordem mental. Com a falta de comprovação, a homossexualidade foi retirada da lista de transtornos mentais em 1973. Em 1975, a Associação Americana de Psicologia orientou os profissionais a não lidarem mais com este tipo de pensamento, evitando preconceito e estigmas falsos. Finalmente, no dia 17 de maio de 1990 a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de doenças. 

O mundo todo caminha para aceitar a homossexualidade como opção e não como problema de saúde. O desafio continua encaixar essa opção nos preceitos bíblicos da preservação da espécie, porque para isso Deus criou homem e mulher e determinou que tivessem filhos. (Gênesis 1:27-28) 

A verdade é simples: Todos nós somos tentados pelo desejo do “fruto proibido” por Deus. Da mesma forma que Eva desejou o fruto proibido no Éden, alguns homens desejam a mulher do próximo, e algumas pessoas desejam outras do mesmo sexo. (Gênesis 19:4-5). As mulheres se apaixonam pelas mulheres. Os homens deixam as mulheres e se queimam de paixão por outros. Por isso é que recebem o castigo pelos erros, tornando-se vítimas da confusão que aí está. (Romanos 1:26-27). 

Deus nos deu liberdade, mas impôs limites. Felizes são os que dominam os impulsos carnais que, além de não nos trazer a verdadeira felicidade, servem para nos fazer extrapolar os limites e demonstrar atitudes de frustração e de revolta contra o nosso Criador. (2 Pedro 1:6). 

Em vez de gastarmos energia tentando justificar nossos desejos e escolhas, o melhor mesmo é voltarmos para Deus e buscarmos força para seguir a sua orientação. (1 Coríntios 10:13).