sexta-feira, 27 de abril de 2012

Grande língua

Como dizem as Escrituras Sagradas: “Quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras. (1 Pedro 3:10)

Recentemente aconteceu algo horroroso na minha família: um famigerado mal-entendido. Um desabafo, uma palavra maldita entre amigos durante uma caminhada no parque da cidade acabou gerando um clima tenso e falta de harmonia no seio do meu lar.

O livro de Provérbios é muito rico em ensinamentos quanto ao nosso falar: o que falamos e como falamos. Tremo só de pensar que a “língua tem poder sobre a vida e sobre a morte“ (Provérbios 18:21). Quando reflito sobre a seriedade disso tenho até medo de abrir minha boca! Por isso, muitos me chamam de caladão.

Salomão nos avisa que a língua pode separar amigos íntimos e muitas vezes chega a separar casais. Ele até sugere que ficar calado não é má idéia: “Quando são muitas as palavras, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato“ (Provérbios 10:19). E enfatiza a importância de se encobrir um segredo ao invés de revelá-lo (Provérbios 11:13).

Tiago faz a comparação da língua com o fogo (Tiago 3:6) e como veneno mortífero (Tiago 3:8). Ele nos mostra como é terrível, quando com a mesma boca bendizemos a Deus e amaldiçoamos os homens, feitos à sua semelhança (Tiago 3:9). Ele encoraja cada cristão a ser: “pronto a ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tiago 1:19).

No entanto manter-se calado, tem desvantagens! O “tratamento silencioso” pode transmitir irritação, ressentimentos até mesmo com nosso cônjuge. Quando não nos comunicamos deixamos de abençoar outros com nossos lábios. Palavras adequadas são chamadas “ fonte de vida” e são mais valiosas do que a “prata escolhida”. “A língua dos sábios torna atraente o conhecimento” (Provérbios 15:2). E “se expressa com elegância” (Provérbios 22:11).

Tenho pedido a Deus que mostre como posso ter graça em meus lábios. Somos bênçãos quando não revelamos confidências que nos são feitas; quando nosso cônjuge espera uma reclamação e, para sua surpresa, demonstramos gratidão. Devemos usar nossos lábios para orar por ele. Para beijá-lo! Talvez falemos demais e beijemos de menos!

Tenho pedido a Deus: “Ó Senhor, controla a minha boca e não me deixes falar o que não devo!”. (Salmo 141:3).

Após o ocorrido, eu me retirei para estar a sós com Deus por período de tempo. Refleti bastante sob minha conduta. Será que tenho sido bênção e tenho usado de graça para como meu cônjuge e para com as outras pessoas? Quanto tenho sido grato a Deus? Tenho falado demais ou falado de menos? Tenho ouvido pouco ou dado ouvidos ao que não devia? Minhas críticas são construtivas ou tenho me calado quando vejo percebo errado? Tonho cuidado com as palavras que saem dos meus lábios? Vou pensar bem antes de falar algo que desagrade a Deus e aos outros.

Essa é a minha decisão de agora em diante. E você como está? Qual é o tamanho da nossa língua?

terça-feira, 24 de abril de 2012

Homem de veludo

Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm por Cristo. (Efésios 5:21)

"Quem deve ser o líder da casa? Para responder essa pergunta, devemos enfatizar o que Paulo escreveu à igreja em Éfeso: Sujeitem-se uns aos outros... Se conseguíssemos obedecer a essa ordem, haveria pouca discordância sobre quem deve tomar a decisão final no lar. Contudo, e infelizmente, somos imperfeitos, orgulhosos, teimosos e... complicados.

O que uma esposa, decidida a agradar a Deus com sua vida, e casada com um homem passivo e indeciso, deve fazer? Esta é uma pergunta que ouço invariavelmente, por todo o Brasil.

Creio que o ideal em um casamento (quando o ideal não é possível, precisamos nos adaptar à realidade) é a submissão mútua, com o marido sendo a pessoa que toma a decisão final diante de um impasse. Para que isto funcione, o homem precisa se esforçar para ser um homem de “veludo”. Mas... o que é isso?

É um homem sensível, carinhoso, comunicativo e amável com sua esposa. A mulher quando se sente amada, valorizada e apoiada tem mais facilidade para colocar-se ombro a ombro ao lado de seu marido.

Entretanto, na realidade não é bem assim que acontece. Há milhares de mulheres casadas com homens passivos e omissos – então, alguém tem que decidir os rumos da família. Com isso em mente, gostaria de fazer algumas observações:

Equilíbrio e sensatez. – Quando um cônjuge possui personalidade mais forte e o outro é passivo, acomodado, é necessário trabalhar em prol de um equilíbrio para que um não sufoque o outro.

Divisão de responsabilidades. – Há casais que baseiam sua relação nos 50% sua vez, 50% minha vez; sua área de decisão, minha área de decisão; sua responsabilidade, minha responsabilidade. Pessoalmente, não me entusiasmo muito com este tipo de solução, pois não a considero muito eficiente. Acredito que o relacionamento da base de 90% a 90% seja mais produtivo. Isto é, quando ambos estão sempre mais dispostos a dar do que receber." (J. Kemp)

Não é possível um país ter dois poderes decidindo suas questões. A decisão final sempre é do presidente. Não dá para ter um lar saudável e feliz com duas cabeças decidindo caminhos diferentes. Sabedor disso, o Senhor delegou ao homem a função de “líder” do lar – aquele que, perante um impasse se responsabiliza pela decisão final.

Suponho que o elemento mais importante desta problemática está na confiança mútua. Onde há confiança há tranquilidade para cumprir-se a ordem: É aí que entra a ordem bíblica “Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm por Cristo”.

Então devemos nos sujeitar uns aos outros. Esta interação de submissão mútua é o caminho do Pai para um casamento duradouro e realizado, com ambos os cônjuges felizes.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Amor e sexo

Ninguém deve buscar os seus próprios interesses e sim os interesses dos outros. (1 Coríntios 10:24)

"'Ele me usa e logo depois me joga fora'. Desta maneira uma mulher descreveu seu problema sexual com o marido.

Já pude ver nos olhos de muitas mulheres frustração, desilusão e desapontamento por seus maridos serem egoístas durante a relação sexual. Ansiosos por seu prazer pessoal, nem ao menos pensam na esposa, nos sentimentos dela, preferindo fazer tudo rápida e bruscamente. Eles as usam para extravasar suas necessidades, tensões e desejos. Para elas, desmotivadas, inferiorizadas, conhecedoras apenas de um amor egoísta e deturpado que seus maridos lhes oferecem, a relação sexual se torna uma obrigação penosa. As reclamações que, em geral, escuto das mulheres que têm experimentado essa frustração, e que refletem o machismo e egoísmo de muitos homens são basicamente as mesmas:

Meu marido só pensa nele mesmo, em dar vazão e satisfazer egoisticamente suas necessidades emocionais e físicas, independente do que eu sinta ou queira. O estímulo, o despertamento, o preparo para o ato sexual é mecânico e rápido, não me dando tempo para sentir-me parte dele física e emocionalmente. Ele está mais interessado em aperfeiçoar uma técnica física do que em alcançar intimidade física; a maior preocupação do meu esposo não é que eu chegue ao orgasmo para sentir-me realizada, mas para ficar provado que ele é um 'sucesso' na cama, para alimentar seu ego. Ele é repetitivo, enfadonho, sempre desenvolvendo o ato sexual da mesma maneira. Meu marido leva a relação sexual mais sério do que deve. Quando por algum motivo ela não é consumada, ele se sente frustrado, inseguro de sua masculinidade. Infelizmente, ele não é sensível às minhas preferências sexuais.

Este é o reflexo da idéia de que a mulher é um objeto, um simples brinquedo na mão do homem machista e egoísta. Talvez esta tenha sido uma das razões que levaram as mulheres a erguerem a bandeira da 'libertação feminina'. Não estou dizendo que isto seja o correto, já que o movimento foi muito desvirtuado em suas reinvindicações básicas. Porém, não resta dúvida que foi um alerta para uma situação desmerecedora e sem a mínima consideração que lhes foi imposta. Quando as necessidades das esposas não são supridas, elas podem vir a ter um comportamento estranho e às vezes, até infiel, puro fruto de insatisfação e frustração." (J. Kemp)

O Criador presenteou homem e mulher com o sexo para que ambos desfrutassem das alegrias e do prazer que ele oferece. Desfrutando-o e conhecendo-o em todas as suas dimensões.

Um bom relacionamento amoroso é aquele no qual cada um se preocupa em fazer o outro feliz. Mas o egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais, quando os cônjugues agem como crianças que não têm consideração com as necessidades e desejos dos outros. As crianças precisam ser satisfeitas imediatamente ou elas farão com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Mas como adultos amadurecidos, cada cônjuge deverá pôr os desejos do outro antes dos seus próprios (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!

terça-feira, 17 de abril de 2012

As quatro leis espirituais

Assim como há leis físicas que governam o universo, há também leis espirituais que governam nosso relacionamento com Deus.

1ª Lei: "Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida"

O amor de Deus está expresso na Bíblia: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Com respeito ao plano de Deus para a sua vida, Cristo afirma: "...Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." Isso significa que Deus quer nos dar uma vida completa e com propósito e alvos claramente definidos. (João 10:10)

Se existem essas promessas de Deus para a humanidade, então por que a maioria das pessoas ainda não está experimentado essa "vida em abundância"? A resposta é porque existe uma 2ª lei.

2ª Lei: "O homem é pecador e está separado de Deus; por isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida."

Quem disse que todo homem é pecador é o próprio Deus: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23)

O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir seu próprio caminho e seu relacionamento com Deus se desfez. Esse estado de independência de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião ou indiferença, é evidência do que a Bíblia chama de pecado.

Deus ama o homem, mas este é pecador e está separado de Deus. "Porque o salário do pecado é a morte..." Morte significa separação. Aqui o texto fala de uma separação espiritual de Deus.

Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa os dois. O homem está continuamente procurando alcançar a Deus e a vida abundante, através de seus próprios esforços: vida reta, boas obras, religião, filosofias, etc. E aí ele não consegue encontrar o caminho, porque existe uma 3ª lei que nos mostra a única resposta para o problema dessa separação.

3ª Lei: "Jesus Cristo é a única solução de Deus para o homem pecador. Por meio dele você pode conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para sua vida."

Jesus Cristo morreu em nosso lugar. "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5:8)

Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos. "...Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois apareceu a mais de quinhentos..." (1 Coríntios 15:3-6)

Jesus Cristo é o único caminho. "Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim."(João 14:6)

Deus tomou a iniciativa de fazer uma ponte entre Ele e o abismo que nos separa dEle ao enviar seu filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar, pagando o preço de nossos pecados.

Mas ainda existe uma 4ª e última lei que precisamos obedecer para termos uma vida espiritual em abundância, deixando de sermos criaturas para sermos filhos de Deus.

4ª Lei: "Precisamos receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de um convite pessoal. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida."

Precisamos receber a Cristo. "Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." (João 1:12)

Como recebemos a Cristo? Recebemos a Cristo pela fé. "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie." (Efésios 2:8,9)

Também recebemos a Cristo por meio de um convite pessoal. Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei..." (Apocalipse 3:20)

O que significa receber a Cristo? Receber a Cristo implica arrepender-se do pecado, significa deixar de confiar em nossa capacidade para nos salvar, crendo que Cristo é o único que pode perdoar nossos pecados.

Apenas saber que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados, não é suficiente. É necessário receber a Cristo pela fé, por meio de uma decisão pessoal.

Em outras palavras, receber a Cristo, significa passarmos da Fase 1 para a Fase 2, na situação da nossa vida:

Fase 1 – Vida controlada pelo “EU”. Significa que eu mando na minha vida. Eu faço o que quero e da maneira que acho melhor. Com o "Eu" no centro da vida e Cristo fora da vida, os interesses são controlados pelo "Eu", geralmente causando discórdias e frustrações.

Fase 2 – Vida controlada por Cristo. Significa que Cristo manda na minha vida. Com Cristo no centro da vida e o "Eu" fora do centro, os interesses são controlados por Cristo, resultando em harmonia com o plano de Deus.

Agora, reflita:

Qual das duas situações representa melhor sua vida?

Qual delas você gostaria que representasse sua vida?

A Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo (CEPC) deseja que a mensagem contida neste artigo tenha a mais ampla distribuição possível. Por isso, repasse-a aos seus amigos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sinta-se livre

Pois amar a Deus é obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são difíceis de obedecer porque todo filho de Deus pode vencer o mundo. Assim, com a nossa fé conseguimos a vitória sobre o mundo. (1 João 5:3-4)

Sabemos que a vida eterna está garantida por Cristo. Mas muitas vezes esquecemos que Cristo também continua nos livrando do pecado enquanto estamos neste mundo. É fácil cair na ilusão de que nós, pela nossa força, podemos vencer o pecado. Não podemos.

É com fé em Cristo que conseguimos a vitória sobre os prazeres carnais pecaminosos que aniquilam a vida cristã. A fé cristã não é um salto no escuro, mas uma fé objetiva, fundamentada na Verdade – a Palavra de Deus. Com essa fé nos vencemos a avareza, a gula, a inveja, a ira, a luxúria, a preguiça e a soberba.

Se a fé em Cristo é a chave para a vitória, então o nosso foco, o nosso alvo deve ser Cristo. Devemos aproximar dEle, não pelo que fez na cruz, mas pelo que é.

Em vez de considerarmos Cristo somente como nosso Salvador, nós devemos valorizá-Lo em tudo que Ele é; Sua vida perfeita; Sua morte, ressurreição, ascensão; Seu ministério de intercessão à direita do Pai e Sua volta prometida.

Na verdade, o nosso viver deve ser Cristo, pois Ele é a nossa verdadeira vida, e, quando Ele aparecer, nós apareceremos com Ele e tomaremos parte na Sua glória. (Colossenses 3:4)

Se negligenciarmos o fato de quem Cristo é e o que Ele faz hoje por nós e só nos concentrarmos na parte do que Ele fez na cruz, nós viveremos a vida cristã de forma incompleta.

Não podemos vencer o mundo com nossa própria força. Nós não possuímos a fonte de energia que possibilita uma pessoa vencer o mundo. É a obra que Cristo realiza por nós em todo momento junto ao Pai que nos faz superar as tentações carnais. Precisamos aceitar esse fato pela fé. Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Em todo momento devemos pedir com fé a ajuda de Cristo.

Em vez de achar que somos autossuficientes e que não precisamos de Deus, vamos pedir a Ele a graça de nos lembrar a cada dia que a vitória sobre o pecado depende exclusivamente da pessoa e da obra de Jesus Cristo.

Porque Ele [Deus] nem mesmo deixou de entregar o próprio Filho [Jesus Cristo], mas o ofereceu por todos nós! Se Ele nos deu o Seu Filho, será que não nos dará também as vitórias sobre cada batalha contra o pecado?

Se eventualmente perdemos essa batalha, não nos deixemos ficar abatidos. Pois também somos por Ele justificados. E quem acusará aqueles que Deus justificou? Ninguém! Porque o próprio Deus declara que não são culpados.

Será que alguém poderá nos condenar? Ninguém! Pois foi Cristo Jesus quem morreu, ou melhor, quem foi ressuscitado e está à direita de Deus. E ele pede a Deus em favor de nós.

Pare agora um pouquinho para refletir como você está tentando vencer a batalha contra o pecado. Não fique preso aos desejos carnais, mas sinta-se liberto. Você é livre em Jesus Cristo.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Amar é uma ação

Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém, ela não caiu porque havia sido construída na rocha. (Mateus 7: 24-25)

Parece que as cerimônias de casamento estão se multiplicando ultimamente, pelo menos dentro do meu círculo de amizade. Nos últimos três anos, eu tenho assistido a tantos que acho que perdi as contas.

Nessas belíssimas cerimônias, que mais parecem contos de fadas, eu concentro a minha atenção nos votos matrimoniais, mais do que nos enfeites da festa. As promessas feitas um ao outro, pelos jovens casais, de alguma forma, parecem transcender o romance do dia do casamento. A união de duas vidas até a morte é muito sublime! Mas, às vezes, questiono se esse amor, demonstrado na alegria de terem encontrado a alma gêmea, permanecerá após o término da lua de mel.

Embora os sentimentos de paixão possam ter alimentado a decisão de se casarem, o sucesso da vida conjugal não depende do capricho dos sentimentos ou das circunstâncias da vida, mas da vontade de construírem um relacionamento duradouro.

Os votos matrimoniais são feitos em livre e espontânea vontade, e não podem se limitar à cerimônia, mas devem ser renovados todos os dias. Essa ação diária de amar um ao outro, que nem sempre é fácil, combinada com a graça de Deus, permite que duas pessoas construam sua casa na rocha e experimentem uma intimidade que não se acaba com o tempo. Você já deve ter percebido o brilho nos olhos de alguns casais mais velhos quando dizem os anos que estão juntos. Pois é, isso é real!

Espiritualmente falando, o casamento é um dos símbolos mais importantes da nossa fé cristã. Assim como os nubentes se entregam um ao outro em livre e espontânea vontade, Cristo livremente se entregou, sofreu e morreu por nós. A nossa caminhada na fé começa com uma livre e espontânea decisão de aceitar o sacrifício de Cristo. A aceitação inicial de Cristo, complementada com as decisões diárias de amar a Deus e à Sua Palavra, faz com que a caminhada na fé prospere.

Agora, pratique!

Talvez possamos estar passando por um momento difícil e Deus pareça estar distante, mas a boa notícia é que não importa o quanto a nossa casa está sendo maltratada pelas intempéries da vida, Cristo continua ao nosso lado como um cônjuge fiel. Sua graça e seu amor inabaláveis estão sempre disponíveis para nós, pois é n’Ele, a Rocha, que estamos construindo nossa casa.

(Texto retirado do livro As três virtudes, de minha autoria. Adquira agora um exemplar com 20% de desconto pelo fone (61) 3047-2580 (Joana) - Editora Annabel Lee ou pelo e-mail: editora.annabel@gmail.com)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Feliz Páscoa!

Ele não está aqui; já foi ressuscitado, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele foi posto. (Mateus 28:6)

Senti uma forte emoção ao ler essa frase ‘Ele não está aqui; Ele ressuscitou’ escrita na parede do túmulo de Jesus. Naquela visita, pude sentir alguns arrepios e foi um dos momentos mais impactantes da minha viagem a Jerusalém.

O que eu faria se alguém que eu conhecesse pessoalmente tivesse ressuscitado? Especialmente se ele tivesse dito que iria morrer e que depois de três dias voltaria dos mortos?

Pergunto sério. O que eu faria? O que você faria? Será que eu não contaria a todos que encontrasse pela frente sobre esse evento milagroso? Claro que contaria! Eu costumo contar emoções menores, como uma boa cena de um filme, então, certamente eu divulgaria um milagre desse! Ainda mais sabendo que a pessoa que ressuscitou estaria dizendo que fez isso para que todo o resto da humanidade tivesse a chance de jamais sofrer com a morte. E que, para isso acontecer, bastasse simplesmente acreditar no episódio, e mais nada!

Há, você não crê? Você não é o único! Teve um que viu tudo isso e, mesmo assim, ainda não cria. Foi Tomé. Mas Jesus Cristo ressuscitado disse a Tomé: — Veja as minhas mãos e ponha o seu dedo nelas. Estenda a mão e ponha no meu lado. Pare de duvidar e creia! Então Tomé exclamou: — Meu Senhor e meu Deus! Disse Jesus: — Você creu porque me viu! — Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram! (João 20:27-29).

A ressurreição de Jesus vem confirmar e cumprir profecias de centenas de anos anteriores. Eis a razão pela qual a fé cristã assume lugar especial no coração do homem. Esta é a diferença entre Jesus Cristo e todos os outros que se diziam vindos de Deus. Desta forma, Buda, Maomé e outros não ressuscitaram. Jesus é o único e verdadeiro filho de Deus, o Salvador da humanidade. Todos os outros morreram e passaram, mas Jesus ressuscitou e está vivo, salvando e fazendo milagres mediante o Espírito Santo.

Apesar da mensagem da ressurreição, muitas pessoas continuam sem razão para viver por causa dos mais diversos problemas e dificuldades. As tensões, as angústias, as depressões, a violência, a doença, as mudanças e tantas outras dores e contratempos transformam a vida de muitos numa eterna crucificação! Num eterno muro de lamentações!

“Creio que é possível transformar o sofrimento em uma vida plena de sentido. Cheia de realizações. Afinal, até as rosas têm espinhos que fazem doer. E para que a beleza de uma rosa seja apreciada, é preciso ter cuidado com os seus espinhos. Desviar dos espinhos é algo diferente do que retirá-los.” (Ernani Röpke). O Jesus Cristo vivo nos mostra o caminho para a vida, mesmo diante da morte. Basta você crer e tomar posse da bênção! Tenha uma vida plena em meio aos problemas.

Cristo vive para que você viva. Deixe a mensagem da ressurreição, o amor ilimitado de Deus revelado em Cristo Jesus, transformar o seu sofrimento em alegria e esperança de vida. Quando o amor de Deus habita nossas mentes e corações, sempre ressurge a vida plena e abundante.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Rally bíblico

A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho. (Salmos 119:105).

Dr. William Lyon Phelps, famoso pedagogo da Universidade de Yale, disse: “Eu creio plenamente na educação universitária, tanto para homens como para mulheres, mas acredito que o conhecimento da Bíblia sem um curso acadêmico é mais valioso que um curso acadêmico sem a Bíblia.”

A Palavra de Deus é o melhor guia para uma vida vitoriosa e feliz. É uma fonte de recursos para cada dia de nossas vidas. Sem a orientação de Deus, tudo que fizermos, por melhor que seja, não terá garantia de sucesso e nem de felicidade.

A Bíblia nos mostra a vontade de Deus. Conhecendo a vontade de Deus saberemos o melhor caminho a seguir. Seguindo com determinação o Caminho, chegaremos ao lugar de nossas bênçãos.

Quando lemos as Sagradas Escrituras, Deus fala conosco, ensina-nos o caminho do bem, mostra-nos os passos para as grandes conquistas, adverte-nos sobre os perigos a serem evitados, alerta-nos sobre as armadilhas deste mundo, abre-nos as portas para a vida eterna.

Quando não sabemos o que ou onde estudar, pedimos direção ao Senhor. Quando não temos certeza de estarmos no melhor emprego, colocamos nossas incertezas no altar de Deus. Quando temos dúvida sobre a pessoa amada, deixamos Deus escolher para nós. O Senhor está sempre pronto a guiar nossa vida.

Deus se revelou pelas Sagradas Escrituras. Nenhuma mensagem nela escrita veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando a escreveram anunciando a mensagem que vinha de Deus. (2 Pedro 1:21)

Por outro lado, vivemos em um tempo de grande avanço tecnológico. Contudo, a cada novo invento que chega as prateleiras, ainda dependemos do bom e velho manual de instruções para conhecê-lo e operá-lo. Sem ele, jamais conseguiríamos conhecer todas as funções e utilidades dos produtos que adquirimos.

Da mesma forma, temos um manual da vontade de Deus chamado Bíblia Sagrada, que nos transmite tudo o que pode ser conhecido de Deus. É por causa das Sagradas Escrituras que temos hoje milhões de pessoas que confiam no Senhor e são seguidoras de Jesus. Esta revelação foi confiada pelo Senhor aos seus santos servos, que registraram a revelação sem mistura ou erro, capacitados pelo Espírito Santo para este intento.

Se você quiser experimentar uma verdadeira comunhão com Deus, precisa conhecê-lo da maneira como Ele se revelou. E esta revelação somente pode ser conhecida pela Bíblia Sagrada. Por isso, leia, memorize, medite e estude o texto sagrado. A sua vida jamais será a mesma!

Se você também quiser caminhar em segurança, sem o perigo de tropeçar no caminho, busque diariamente a Palavra do Senhor. Conheça o Rally Bíblico que pode te ajudar bastante! Acesse http://www.rallybiblico.com.br/ e “percorra por toda a Bíblia os pensamentos e propósitos de Deus para a sua vida.”