terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Nova vida

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Coríntios 5:17).

"Não há renovação espiritual se não nos arrependermos de tudo que colocamos no lugar da vontade de Deus para nossas vidas. A verdadeira renovação nos leva a um relacionamento pessoal com Jesus Cristo como Salvador (novo nascimento) e a uma submissão a Ele como Pastor soberano."

Como poderemos dizer que somos novas criaturas, que as coisas antigas ficaram para trás, que fomos renovados pelo Espírito Santo, que não temos mais aquela vida fútil e insípida que levávamos antes de conhecer o Senhor, se continuamos a mostrar os mesmos galhos secos e sem frutos da velha natureza?

Conversão não significa mudar de igreja, ou usar uma camiseta com um versículo bíblico, ou carregar uma Bíblia debaixo do braço. Antes de uma mudança exterior, é necessário que mudemos por dentro, que compreendamos o que significa ser um "filho de Deus", que nos apresentemos como verdadeiros discípulos e imitadores do Senhor, que passemos a mostrar o brilho e a beleza de Cristo em nossas atitudes.

Como poderemos ter coragem de dizer que somos do Senhor se Ele não faz parte de nossas prioridades? Como nos apresentaremos como soldados do Rei Jesus se vivemos "escondidos" de Sua presença? Como poderemos afirmar que fomos lavados pelo "sangue do Cordeiro" se o que falamos e fazemos provam o contrário? Se a nossa vida espiritual foi renovada pela presença do Senhor em nossos corações, todos perceberão, mesmo que nada falemos sobre isso.

Há uma boa atitude a se tomar. Deixemos verdadeiramente o Senhor nos transformar. Deixemos que Ele molde todo o nosso procedimento. Deixemos que Ele seja o Senhor para que tenhamos uma nova vida, um novo começo. Assim, seremos muito felizes e a nossa vida será muito mais abundante e frutífera.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Enfim, 50 anos

Ó Senhor Deus, eu sei que nunca deixarás de ser bom para mim. O teu amor e a tua fidelidade sempre me guardarão seguro. (Salmo 40:11)

Estou completando 50 anos de vida. Graças a Deus! Estou muito entusiasmado. Afinal, dia 23 de fevereiro de 2012 é o dia do meu jubileu de ouro! Obrigado pelo carinho de todos os amigos e familiares.

Mas deixado de lado o entusiasmo, coisa normal a todos os seres humanos, o sentimento que vem à cabeça é de muitos questionamentos a mim mesmo. Uma espécie de checklist. Um levantamento do que fiz até hoje. Será que devo prosseguir fazendo o mesmo durante a outra metade da vida – eu pretendo viver 100 anos, se Deus quiser!

É como se você estivesse no vestiário no intervalo do jogo da vida, refletindo sobre as estratégias usadas no primeiro tempo – o que deu certo e o que não deu – sabendo que voltará para o segundo tempo com o objetivo de manter a mesma estratégia para segurar o resultado, ou mudar tudo para poder virar o jogo.

Eu não diria que estou passando pela “crise da meia-idade”, mas entendo agora porque muitas pessoas enfrentam verdadeiros dilemas. Tenho convicção que o agnosticismo não é a resposta para o sentido da vida, mas entendo porque muitas pessoas gravitam para ele, conscientemente ou não. Eu não diria jamais que a nossa vida se resume a isso que vivemos aqui, mas entendo porque as pessoas, vendo o relógio correr, começam a querer aproveitar o tempo ao máximo, na tentativa de compensarem o que deixaram de viver até o momento.

O problema é que me vejo propenso a pensar que eu sou mais inteligente, que sou mais experiente, que as pessoas dependem mais de mim, que sem mim muitos não conseguiriam viver, etc. Pensar assim é muito perigoso. Na verdade, com 50 anos ainda não aprendemos tudo. Aliás, o ser humano está sempre aprendendo, sempre adquirindo novas experiências. E os desafios após os 50 anos são muito grandes.

Alguns dos meus pensamentos hoje desafiam as minhas crenças. Outros me despertam para novas possibilidades, para coisas que eu ainda não tenha feito. Mas afinal, são apenas pensamentos. Sei que devo continuar buscando orientação divina para prosseguir em campo, pronto para o ‘segundo tempo’. Independente da idade, eu devo continuar a fazer o que sempre fiz: voltar diariamente ao primeiro amor; aprender mais sobre Deus; procurar ser mais alegre, amigo. Ser cada vez mais autêntico e honesto com os amigos e irmãos.

Ao completar 50 anos posso estar assustado. Parece tempo demais. O positivo é a experiência acumulada, as realizações, as emoções. Não só na vida cristã, mas também em um casamento de 32 anos. Daqui em diante, o importante é fazer bem-feito o que se está fazendo agora. O futuro trará sua própria aflição.

Não importa quantos anos você tenha, faça uma lista do que ficou para trás e o que você pensa ou espera pela frente. Reveja os conceitos com os quais você reluta, observe bem os alicerces que não se movem ao seu lado e encontre o seu lugar entre eles. E avance, sempre!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Carnaval

É só gozo e alegria...: Comamos e bebamos, que amanhã morreremos. (Isaías 22:13) 

Uma vez eu estava em um retiro espiritual e aprendi que o jejum é uma ação muito eficiente para “quebrantar” o coração de Deus. Em um sermão intitulado “A oração respondida”, o palestrante desafiou a todos a realizarem um jejum no dia seguinte com o objetivo de “humilharmos perante Deus para lhe pedirmos um futuro feliz”. 

Encerrada a programação, fomos para o lanche. Seria o último antes do início do jejum. Grande foi a minha surpresa ao ouvir dois adolescentes comentarem que iriam “se empanturrar”, porque no dia seguinte teriam que ficar em jejum. Achei aquela atitude engraçada e pensei comigo: é algo parecido com isso que as pessoas fazem no Carnaval. 

Inicialmente, o Carnaval era uma festa na qual os gregos clássicos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os próprios gregos e os romanos inseriram bebidas alcoólicas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. De fato, o Carnaval nunca teve o propósito de agradecer a Deus. 

No século XI, com muito boas intenções a Igreja implantou a Semana Santa, antecedida por um período de quarenta dias de jejum chamado Quaresma. Mas esse longo período de privações acabaria por incentivar a realização da festa carnavalesca nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. 

A palavra “carnaval” está relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão “carnis valles”, sendo que “carnis” em latim significa carne e “valles” significa prazeres. Em outras palavras, o carnaval traz consigo a seguinte ideia infeliz: Como “ficaremos em jejum de prazeres carnais” por quarenta dias, vamos extravasar nossos desejos. Portanto, comamos e bebamos, porque amanhã “mortificaremos a carne”. 

A Bíblia nos admoesta a não praticarmos esse costume mundano por ser ele fútil e vazio de propósito. Geralmente, as pessoas que participam do Carnaval sabem quem Deus é, mas não Lhe dão a glória e não Lhe são agradecidas. Os seus pensamentos se tornaram tolos, e suas mentes vazias permanecem na escuridão. O deus deste mundo não as deixa ver a luz da glória de Cristo que mostra o que Deus realmente gostaria de receber em agradecimento pelas Suas bênçãos. 

Os atos pecaminosos praticados no Carnaval demonstram como algumas pessoas estão alienadas ou separadas da vida com Deus e, por isso, incapazes de ouvir a Sua voz. Essas pessoas são voluntariamente ignorantes a respeito de Deus e de Sua verdade; perderam toda a vergonha e se entregaram totalmente aos vícios; elas não têm nenhum controle e fazem todo tipo de coisas indecentes, sem medo das consequências de seus atos. 

Mas não foi essa a maneira de viver que Cristo ensinou. Por isso, a Bíblia orienta a não vivermos assim. Se insistirmos, não teremos parte na vida que Deus tem para nós. (Efésios 4:17-20) 

Que possamos ter a mente e o coração completamente renovados pela verdade que está em Jesus.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Coração alegre

O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. (Provérbios 17:22).

A maneira mais eficaz de exercer a prática do perdão é orar por aqueles que nos ofenderam. Quando fazemos isso, o Espírito Santo encontra liberdade para agir milagrosamente em nossa mente de forma que somos impelidos a liberar o perdão.

"Quando odiamos os nossos inimigos, damos a eles o poder sobre nossas vidas. Damos poder sobre nosso sono, sobre nosso apetite, sobre nossa felicidade. Eles dançam de alegria quando sabem que nos aborrecem. Nosso ódio não prejudica a eles mas a nós mesmos, fazendo de nossos dias e nossas noites um grande inferno." (Dale Carnegie)

Muitas vezes perdemos nossa paz e nossa tranquilidade simplesmente por causa de outras pessoas. Ficamos zangados, enraivecidos, angustiados, desesperados e, na maior parte das vezes, sem nenhuma necessidade.

Não seria melhor ignorarmos os que nos querem mal? Não seria melhor orarmos por eles? Não seria melhor entregá-los nas mãos de nosso Salvador? Se não conseguirmos transformá-los em amigos, pelo menos não perderemos a estabilidade emocional e nem perderemos o gozo de vivermos como verdadeiros cristãos, cheios de regozijo e bênçãos.

Quando estamos alegres, nossos dias são floridos e perfumados. Quando estamos tristes, não conseguimos sequer ver o brilho das estrelas. Quando estamos alegres, os pingos da chuva parecem entoar canções maravilhosas. Quando estamos tristes, até os raios de sol se mostram opacos e enegrecidos. O ódio e o rancor tornam nossos dias sempre tristes e os nossos ossos começam a secar pela falta do elixir da alegria chamado "amor".

Então, tomei a decisão: Eu não quero que meus ossos sequem. Não quero ter a alma conturbada e melancólica. Não quero que outras pessoas controlem o meu coração e a minha felicidade. Eu quero perdoar, quero esquecer, quero viver em paz com todos. Quero viver dias de puro prazer e alegria.

Outra maneira de se aprender a perdoar é observar a atitude de um cachorro. Esse animal, muitas vezes maltratado sem nenhuma razão, está sempre pronto a perdoar e a amar.

Eu quero o amor de Deus. Eu quero o Deus vivo comigo, eu quero ser completamente feliz! Me ensina Senhor a perdoar. Quero perdoar os que maquinam o mal contra mim, seja no trabalho, na igreja, na minha família, na minha vizinhança. Enfim, basta! Quero alegria! Só Jesus Cristo é a alegria! Então quero Jesus na minha vida.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nadar contra a correnteza

Porque todo filho de Deus pode vencer o mundo. Assim, com a nossa fé conseguimos a vitória sobre o mundo. (1 João 5:4).

Eu li uma frase no Twitter que diz assim: "Se você crê, em seu coração, que está certo, deve lutar para tornar realidade o seu desejo. Somente o peixe morto nada o tempo todo a favor da correnteza." (Linda Ellerbee)

O novo ano letivo chegou. O que esperamos dele? Como será a nossa vida através de cada um de seus dias? Que sonhos almejamos conquistar?

A minha sugestão é que você exercite, em cada um dia do novo ano, a sua fé. Seja ela pequena ou grande, pratique-a! Seja o caminho fácil ou difícil, insista! Seja a estrada plana ou pedregosa, esforce-se! Mesmo que muitos tentem fazer você desistir, não desanime, creia! Jesus nos disse que venceu o mundo e o fez para que nós seguíssemos Seu exemplo e vencêssemos também.

Como diz a autora de nossa ilustração, enquanto estamos vivos devemos seguir em frente. Se nos sentirmos fracos, peçamos ajuda ao Senhor e Ele certamente nos fortalecerá. Se cairmos, vamos levantar e recomeçar. Se fracassarmos, vamos compreender que foi apenas um passo e não o definitivo.

O novo ano letivo trará consigo as bênçãos do Senhor. Sua vida será abençoada; sua família será abençoada; sua casa será abençoada; seus filhos se darão bem na escola. O Abençoador está com você e isso faz toda a diferença. Caminhando a Seu lado, a possibilidade de não conquistar seus sonhos é nula.

Revestido de fé, mesmo que tenha de nadar contra a correnteza, você sempre alcançará a vitória! Portanto, nade! Vá em frente! Conquiste! Mas não perca a confiança no Deus criador do céus e da terra.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Bullying

Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. (Mateus 6:12)

Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.

Quem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como “bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente. Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome especial: bullying. Eu sofri um pouco com isso e, mesmo quando adulto, só parei de sofrer após aprender a praticar o perdão.

É preciso ensinar as crianças e os adolescentes – e muitos adultos também – a entenderem que, mesmo convivendo com o bullying, é importante demonstrar a graça do perdão para os que praticam esses atos pecaminosos. “Nós não somos obrigados a confiar em um inimigo, mas somos obrigados a perdoá-lo” (Thomas Watson).

Existe uma fórmula muito eficaz que nos ajuda a perdoar os que nos ofendem. Ela é composta dos sete passos a seguir.

1. Resistir aos pensamentos de vingança: Meus queridos irmãos, nunca se vinguem de ninguém; pelo contrário, deixem que seja Deus quem dê o castigo. Pois as Escrituras Sagradas dizem: “Eu me vingarei, eu acertarei contas com eles, diz o Senhor.” (Romanos 12:19);

2. Não retribuir o mal: Tomem cuidado para que ninguém pague o mal com o mal. Pelo contrário, procurem em todas as ocasiões fazer o bem uns aos outros e também aos que não são irmãos na fé. (1 Tessalonicenses 5:15);

3. Desejar o bem: Desejem o bem para aqueles que os amaldiçoam... (Lucas 6:28);

4. Sofrer com a desgraça: Não fique contente quando o seu inimigo cair na desgraça. (Provérbios 24:17);

5. Orar: Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês... (Mateus 5:44);

6. Buscar a reconciliação: No que depender de vocês, façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas. (Romanos 12:18);

7. Prestar socorro: Se você vir o boi ou o jumento [ou qualquer outro bem] do seu inimigo andando perdido, leve-o de volta para ele. (Êxodo 23:4)

Como tudo na vida, o perdão também é um sentimento que precisa ser demonstrado por ações. De nada adianta dizermos que perdoamos se não demonstrarmos isso na prática. Como está o nosso perdão? Lembremos: Se não perdoarmos, Deus também não nos perdoará. (Mateus 6:15). Perdoemos o bully e sejamos felizes!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Não tem talento? Seja habilidoso!

Moisés disse: — Ó Senhor, eu nunca tive facilidade para falar, ... Quando começo a falar, eu sempre me atrapalho. Porém o Senhor lhe disse: — Quem dá a boca ao ser humano? ... Sou eu, Deus, o Senhor. Agora vá, pois eu o ajudarei a falar e lhe direi o que deve dizer. (Êxodo 4:10-12)

Certa ocasião, eu ouvi um líder comunicar a um auditório lotado a seguinte resolução: “Este ano, vamos mudar um pouco o critério de nomeação para os cargos da organização. O critério levará em conta o talento da pessoa.” Pensei comigo: e agora? o que acontecerá com aqueles considerados pela organização como "sem talento"? Não terão espaço?

Existem os talentosos, e existem os habilidosos. Habilidade é qualidade de hábil, ou seja, todo aquele que tem aptidão para alguma coisa. Ela poderá ser adquirida ao longo da vida. Com treinamento e disciplina, a pessoa alcançará a habilidade. Poderá, se desejar, com dedicação aprender, por exemplo, a tocar violão e até mesmo se tornar um violonista conceituado, mesmo que nunca tenha se interessado por instrumentos musicais. O mesmo pode ocorrer se a pessoa desejar pintar, fotografar, cantar, cozinhar, dançar etc.

Já o talento é aptidão natural ou inteligência excepcional. É algo que brota naturalmente da pessoa. Além de aprender música, o talentoso poderá improvisar e fazer algo memorável. O habilidoso poderá tirar ótimas fotos, mas o talentoso dará vida a elas, o habilidoso poderá lapidar a pedra, já o talentoso a transformará em bela escultura. O talentoso tem o dom natural, surpreende pela sua ousadia e sempre terá uma solução memorável para superar os desafios.

Mas, afinal de contas, qual deles é mais importante para um trabalho bem feito? Os dois são muito importantes. A diferença é que o habilidoso sabe que terá de usar a sensatez e se dedicar adequadamente à causa, para evoluir e conquistar o que mais deseja. Ele sabe que terá que estar vigilante e jamais poderá esmorecer, sob o risco de nunca ter o sonho realizado.

Por outro lado, o talentoso sabedor de seus dotes intrínsecos, tende a se tornar confiante e até relaxado. Pois, sabe muito bem que diante de qualquer desafio poderá se safar de forma excepcional. Daí, nem sempre está disposto a dedicar-se o suficiente para adquirir novas técnicas.

Em jogos de futebol, não raro, testemunhamos times com maior número de atletas talentosos serem derrotados por adversários mais aplicados. Isso ocorre, pois consciente de suas deficiências, o que conta com menos talento usa a força e a vontade de vencer para superar os desafios.

Daí, se você não é talentoso, busque ser habilidoso. Se preocupe em aprimorar a habilidade adquirida e logo encontrará o sucesso. Porém, se você é talentoso, parabéns pelo dom que nasceu com você. Mas nem por isso poderá achar que o sucesso está garantido, pois precisará cuidar-se para não permitir que as suas conquistas fujam por entre os dedos como se água ou areia fossem.

Moisés, grande líder da nação de Israel, poderia ter se tornado também um grande orador, apesar de não ter este talento natural. Deus havia prometido habilitá-lo, mas ele não tomou posse da bênção. Em vez disso, pediu para Deus enviar outra pessoa no seu lugar. Foi então que Deus, irritado com essa atitude, enviou Arão para ser o orador. (13-16)

Nunca diga que você não vai fazer o trabalho porque não tem talento. Deus pode lhe dar a habilidade. Então, não deixe escapar a sua bênção! É Deus quem capacita! E Ele capacita qualquer pessoa que se dispõe a fazer a  vontade dEle.