quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

É mentira!

Eis que o ímpio está com dores de iniquidade; concebeu a malícia e dá à luz a mentira. (Salmos 7:14) 

“É mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa grande mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez”. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Nazista Joseph Goebbels no Terceiro Reich de Hitler. 

Mentira é o nome dado às afirmações ou negações falsas ditas por alguém que sabe (ou suspeita) de tal falsidade, e na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres. Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" diante de Deus. 

Ultimamente temos ouvido falar bastante a palavra “mentira”. Parece que se tornou uma prática comum em nossos dias. Como se mentem e desmentem descaradamente em público! Muitos o fazem diante de evidências incontestáveis da verdade. 

Os criminosos mentem para as autoridades, sob o manto dos direitos individuais de não produzirem provas contra si mesmos. Praticamente todos eles insistem na mentira ou na omissão da verdade para esconderem os crimes outrora cometidos. E assim, a mentira vai concebendo mais mentiras que se propagam cada vez mais rápido como folhas ao vento. E muitas delas, de tão propagadas, acabam se tornando “verdades”. 

A mentira é um pecado antigo. Ela foi criada por Satanás e utilizada por ele para enganar Eva no Jardim do Éden. Aqueles que mentem são filhos do Diabo e fazem o que o pai deles quer. Desde a criação do mundo ele nunca esteve do lado da verdade porque nele não existe verdade. Quando o Diabo mente, está apenas fazendo o que é o seu costume, pois é mentiroso e é o pai de todas as mentiras. 

Mas a pessoa que tem o coração sábio não precisa mentir. Ela é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios. (Prov. 16:23). Aquele que quer conquistar a confiança das pessoas não mente, porque a “mentira tem perna curta”, e logo se desmorona com o menor sinal da verdade. 

O princípio bíblico para conquistar (e manter) a confiança das pessoas não consiste no que se fala nem como se fala, mas no que se é. A comunicação poderosa parte do coração, não da falação. 

O que o homem é dá força ao que diz. As pessoas geralmente ouvem as palavras, mas seguem as pegadas. Podem, por algum motivo, duvidar do que o homem diz, mas acreditarão na coerência de sua vida. 

Todo homem é um comunicador. Está vivo, está comunicando, e precisa ser persuasivo no que faz. Só que persuasão não é assunto de técnica oral nem de “chavões” aprendidos. Não tem nada a ver com gestos ou sorrisos pré-fabricados. Tudo isso é artificial e, mais cedo ou mais tarde, as pessoas percebem. Persuasão tem a ver com o coração e com a vida, não com mentiras deslavadas. 

Quando o homem quer ser liberto do poder da mentira ele corre para os pés de Jesus Cristo que o transforma e, a partir desse momento, passa a viver com sabedoria. Seu coração é um manancial de sentimentos nobres, altruístas e genuínos e o espírito do engano é afastado. Com sabedoria, ele se torna mestre de sua boca e persuade as pessoas sem precisar usar a mentira.