sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A emoção da esperança

Que Deus, que nos dá essa esperança, encha vocês de alegria e de paz, por meio da fé que vocês têm nele, a fim de que a esperança de vocês aumente pelo poder do Espírito Santo! (Romanos 15:13). 

A emoção da esperança; com ela se alegrará o mundo cansado, porque já se rompe uma nova e gloriosa manhã.

Natal! As crianças começam a se animar com a sua chegada. Os adultos sentem um pouco de carga com o planejamento das festas, a árvore, os enfeites da casa, a viagem para encontrar os parentes... Todo ano a emoção renova a esperança de boas festas e de um início de ano ainda mais feliz. 

A vinda de Cristo a este mundo trouxe a esperança, e a esperança traz a emoção; a emoção de saber que ainda há esperança. Mas como experimentar esse círculo virtuoso em meio à distração das festas de fim de ano? 

É muito gostoso sentir a emoção da esperança. A tristeza dá lugar à alegria. As trevas dos desprazeres se dissipam diante de uma gota de esperança, assim como a escuridão sucumbe diante da luz de uma pequena chama. 

A esperança está intimamente ligada à fé. A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. (Hebreus 11:1). Note o paralelo entre “coisas que esperamos” e “coisas que não podemos ver”. É falar com convicção debaixo da garantia de que existe algo não perceptível pelos cinco sentidos. Cristo disponibilizou essa esperança para todos, não importando o que se vê, ouve e sente. É algo acima de qualquer circunstância, mesmo de sofrimento. 

Também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança. Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu. (Romanos 5:3-5) 

A esperança disponibilizada por Cristo não nos decepciona, pois ela não é baseada no que se espera. A esperança não está num desejo ou num favor que será realizado. Ela é muito mais do que isso. Ela é um presente imprevisível fornecido por um Deus que ama surpreender, e que sempre está por perto para ver a nossa emoção ao recebê-lo. 

Na verdade, Jesus Cristo é a própria esperança. É dessa esperança que o mundo precisa. Aliás, para um mundo perfeito não haveria necessidade de esperança. Por isso Deus, sabedor de todas as coisas, doou o seu filho unigênito para que nele fosse revelado o resgate da perfeição. 

E o Natal é o símbolo da esperança. No primeiro Natal nasceu uma criança, o Deus zeloso nos mandou o seu Filho que hoje é o nosso Rei. Ele é chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. Haverá paz em todo o seu reino. As bases do seu governo serão a justiça e o direito, desde o começo e para sempre. No seu grande amor, o Todo-Poderoso fará com que tudo isso aconteça. 

Então, por que é que existe a emoção da esperança? Porque Jesus Cristo nasceu. E isso nos dá emoção.

Que Deus, que nos dá essa esperança, nos encha de alegria e de paz, por meio da fé que temos nele, a fim de que a nossa esperança aumente sempre pelo poder do Espírito Santo!