segunda-feira, 4 de abril de 2011

Trapos de Imundícia

'Todos nós nos tornamos impuros, todas as nossas boas ações são como trapo de imundícia...' (Isaías 64:6) 

Você já viu aquele pano encharcado e fedorento que muitas vezes esquecemos dentro da pia de cozinha? Os pesquisadores dizem que é na cozinha onde se concentra o maior número de bactérias. Elas estão nos restos dos alimentos que tão ingenuamente tentamos limpar com esse pano de cozinha. Por isso podemos considerá-lo também como trapo de imundícia, se bem que este é bem menos imundo do que aquele ao qual a Bíblia se refere...  

Temos a tendência de pensar que nossos esforços em andarmos limpos do pecado podem nos render alguns pontinhos positivos diante de Deus. Se tentarmos ganhar o favor de Deus – em vez de tão-somente crer em Jesus – nossas obras serão comparadas a trapos de imundícia. Quanto mais elas se acumulam, mais elas fedem. 

Jesus Cristo é a vida do homem (e da mulher). O homem deve viver focado em Cristo e no Seu exemplo de vida, na Sua morte, ressurreição, ascensão, intercessão e promessa de um reino eterno. Se o homem não tiver esse foco, certamente cairá em pecado. Aí não adianta tentar voltar para Deus com esforço próprio. Primeiro porque ele não terá força para isso. Segundo, porque tudo que ele fizer será comparado a trapos fedorentos. Somente o sacrifício purificador de Jesus Cristo na cruz pode nos fazer justos diante de Deus. Então, é preciso reconhecer a fraqueza e crer no divino poder restaurador. 

Às vezes, é preciso que sejamos chocalhado para entender esse mistério. E Deus pode dar uma mãozinha, pois 'Ele nos corrige para o nosso próprio bem, para que participemos da sua santidade.' (Hebreus 12:10). Por outro lado, nós podemos facilitar, pois 'se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é correto: ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade.' (1 João 1:9) 

Se temos pecado em nossas vidas e seguimos em frente sem o castigo amoroso de Deus sobre nós, isso pode significar que não somos filhos de Deus. Como um pai responsável e amoroso que corrige seus filhos, Deus nos ama e quer nos ver trilhando o caminho certo. 

Deus existe, Ele é pessoal e Ele tem um caráter santo. Portanto, se nós nos tornamos seus filhos, é de se esperar que, quando pecamos, quando fazemos o que é oposto a Sua personalidade, precisamos nos voltar para Ele e dizer que estamos arrependidos. 

Quando a nossa consciência nos condenar e gritar: 'Você fez isso de novo!' estaremos prontos a crer que Jesus Cristo, mais uma vez, intercede por nós e invoca a Deus o direito de sermos perdoados por causa da Sua obra consumada na cruz. 

Enfim, não tente praticar boas ações - e muito menos auto-mutilações - pensando em se limpar! Apenas arrependa, confesse a Ele o seu pecado e creia no poder restaurador do sangue de Cristo. Deus sempre estará de braços abertos para te receber de volta.

5 comentários :

  1. Noêmia Salão05 abril, 2011

    Oi Elbem,
    Também sou levita na casa do Senhor, e também sou professora da Escola bíblica dominical, seus devocionais tem me abençoado muito. Continue nesta obra. Já ganhei vidas para Jesus pela net, com esse trabalho vc também ganhará muitas vidas para Ele. Paz de Cristo.

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  2. Glória de Oliveira05 abril, 2011

    Gosto muito dessas mensagens, so queria esclarecer qual e a sua religiao p/ entender melhor.
    Desde ja obrigada

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  3. Artêmio Pérez Borjas (Cuba)05 abril, 2011

    Amados hermano qeu están en este proyectoDios les bvendiga mucho.Yo no se hablar portugues, espero que me escriban en espano; pues yo dengodeseos de participar en ese ministerio.Y poder colabor en todo lo que ustedes tienen en sus corazones en la obradel nuestro Dios.Mi nombfre es Artemio Borjas Pérez, vivo en Holguín una lida ciudad decuba, . Soy pastor hace mucho tiempo y he escrito cuatro libros.Me gusta mucho el trabajo devocional y todo lo que tenga que ver con laobra del Senor. todo mi vida la he dedicado a El.Espero poder trabaajar con ustedes .Espero me den instrucciones y meexpliquen bien todo, pero por favor en espanol. Saluden a los hermanosallá. Vasrios de ellos ya han venido a mi casa y han estdo predicando lapalabtra del Selor en mi iglesias. Ustedes tanmbién están invidatos,serias buenos conocerlos y quie ustedes nos conozcan.Salmo 133Gracias por su amor .Escribanmesu hermano en Cristo

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  4. Sérgio Fernandes08 abril, 2011

    Deus deseja santificar o ser humano (1 Ts 4.3). Você não foi feito para viver no pecado! Deus lhe criou para Sua glória (Rm 3.23). Por isso, não me admiro ao encontrar na Bíblia Deus se revelando como aquele que nos santifica!

    Santificação é obra de Deus! É o Senhor quem santifica o homem; devemos apenas aceitar que Ele nos santifique em tudo (1 Ts 5.23). Ao abrirmos nosso coração para este obra gloriosa, o Espírito Santo opera em nós o crescimento espiritual, nos tornando cada dia mais parecidos com Jesus!

    Não aceite viver distante da glória de Deus! Converta-se a Cristo e deixe o Espírito Santo santificar você!

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  5. Pr. Olavo Feijó14 agosto, 2011

    Hebreus 12:14 - Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;

    Para o Autor da Carta aos Hebreus, a santidade é o caminho para ver a Deus: "Esforçai-vos para viver em paz com todos e para serem santos. Sem santidade, ninguém verá a Deus" (Hebreus 12:14).

    O Senhor nos instrui: "Sede santos, porque Eu sou santo". Quando aplicada ao Senhor, a qualidade da santidade nada tem a ver com despir-se de pecado. O Senhor é íntegro, é autêntico, é completamente coerente com Sua natureza. Porque o Senhor é santo. Ele é "o mesmo ontem, hoje e para sempre".

    O Autor de Hebreus nos diz que o caminho para "ver o Senhor" é o exercício da santificação. A santidade abre os nossos olhos: a cegueira do pecado nos impede a percepção do Senhor. A santidade produz sensibilidade espiritual: é ela que nos permite "ter a mente de Cristo". A santidade nos habilita a ter a matéria-prima do amor: porque "Deus é amor". A santidade não nos humilha, nem nos diminui. Porque ela nos capacita a "ver a Deus", a santificação nos permite viver com a "alegria da nossa salvação".

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