sexta-feira, 8 de abril de 2011

Filhos, Alegria dos Pais!

Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá. Se plantar no terreno da sua natureza humana, desse terreno colherá a morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito de Deus, desse terreno colherá a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita. Portanto, sempre que pudermos, devemos fazer o bem a todos, especialmente aos que fazem parte da nossa família na fé. (Gálatas 6:7-10) 

Vemos com pesar o noticiário divulgar cenas de uma tragédia, o massacre na escola do Rio de Janeiro. Temos orado a Deus para que console os corações das famílias atingidas pelas consequências das atitudes diabolicamente planejadas por aquele jovem. Se estamos sofrendo hoje com a maneira como vivem os homens, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. 

No final de semana passado, escrevemos o devocional ‘Mãe, te amo, adeus!’ que fazia refletir sobre o que estamos fazendo para que pessoas não morram por causa da nossa desobediência, da nossa omissão, do nosso pecado, da nossa má semeadura. Hoje, colocamos à disposição um texto que nos faz novamente refletir sobre esse assunto, após uma semana triste para todos nós brasileiros. 

‘Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. 

É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. 

Não há nenhum outro livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. Educação enferruja por falta de uso.’ 

Mas a Palavra de Deus tem muito a nos ensinar. Ela nos orienta a não nos cansar de fazer o bem, ‘pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita’. Então, devemos ficar alertas quanto ao momento presente e plantar apenas sementes da sinceridade, da honestidade e do amor ao próximo, para colhermos amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um, individualmente, colhe aquilo que plantou. E da mesma maneira, a comunidade, a nação, colhe o que o seu conjunto de indivíduos semeou e tem semeado. 

Existe uma frase que qualquer pessoa sensata concorda com ela: ‘precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos’, mas pela Palavra de Deus, a idéia é invertida: ‘precisamos deixar filhos melhores para o nosso mundo’. Por isso, a Bíblia recomenda: ‘ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele’. (Provérbios 22:6)

Só assim teremos filhos que nos trazem alegrias, não tristezas e tragédias para o mundo.