segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

O melhor tipo de felicidade

"…Se vós permanecerdes na minha palavra, […] conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:31,32) 

Quando eu era mais jovem, a expressão “todos fazem isso” parecia um argumento imbatível, mas não era. Meus pais nunca cederam, por mais desesperada que eu estivesse pela permissão para fazer algo que eles consideravam inseguro ou imprudente.

À medida que envelhecemos, somamos desculpas e racionalizações aos nossos argumentos para fazer ao nosso modo: “Ninguém se ferirá.” “Não é ilegal.” “Ele me fez isso primeiro.” “Ela não descobrirá.” Cada argumento diz que o que queremos é o mais importante de tudo.

Com o tempo, esta maneira errônea de pensar acaba se tornando a base para as nossas crenças sobre Deus. Uma das mentiras em que, por vezes, acreditamos, é que o centro do universo somos nós, não Deus. Pensamos que só seremos despreocupados e felizes quando reordenarmos o mundo segundo os nossos desejos. Esta mentira é convincente porque promete uma maneira mais fácil e rápida de conseguirmos o que queremos. Ela argumenta: “Deus é amor, portanto Ele quer que eu faça o que me fará feliz.” Mas este modo de pensar leva ao pesar, não à felicidade.

Jesus disse, aos que creram nele, que a verdade os libertaria verdadeiramente (João 8:31,32). E também advertiu: “…Todo o que comete pecado é escravo do pecado” (v.34).

O melhor tipo de felicidade vem da liberdade ao aceitar a verdade de que Jesus é o caminho para uma vida plena e satisfatória. — Julie Ackerman Link

Não há atalhos para a verdadeira felicidade. 

Retirado do Pão Diário

sábado, 6 de janeiro de 2018

Lembretes sonoros

"...se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão." (Salmos 37:24)

A torre do relógio de Westminster, que contém o sino conhecido como Big Ben, é um marco icônico de Londres, Inglaterra. Tradicionalmente, acredita-se que a melodia dos sinos da torre foi tomada da sinfonia do Messias de Händel: "Eu sei que o meu Redentor vive." Com o tempo foi acrescentada a letra e colocada em exposição na sala do relógio:

Senhor, neste momento, sê o nosso guia; para que pelo Teu poder nenhum pé vacile.

Essas palavras fazem alusão ao Salmo 37: "O Senhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão" (vv.23,24). Perceba como Deus está intimamente envolvido com a vida dos Seus filhos: "…no seu caminho se compraz" (v.23). "No coração, tem ele a lei do seu Deus; os seus passos não vacilarão" (v.31).

Que extraordinário! O Criador do Universo não só nos sustenta e nos ajuda, mas também se preocupa profundamente com cada momento que vivemos. Não admira o apóstolo Pedro ter sido capaz de nos convidar com confiança a lançar "…sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1 Pedro 5:7). À medida que a segurança de estar sob Seus cuidados ressoa em nosso coração, encontramos coragem para enfrentar o que vier a acontecer. — Bill Crowder


Ninguém está mais seguro do que quem é sustentado pela mão de Deus.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

A visão correta

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança [...] porque as suas [de Deus] misericórdias não têm fim.” (Lamentações 3:21,22)

Um novo ano se inicia, o futuro se torna presente e uma pergunta nos vem à mente: como devemos viver esses dias que virão? Qual é a nossa motivação para planejar, agir e reagir?

Para responder a essas perguntas destacamos dois elementos inseparáveis: ser realista e ter esperança. Para muitos, ser realista demais com a vida os leva à desesperança. Para outros, ser esperançoso é quase sempre ser irrealista.

Na leitura de hoje, o profeta Jeremias nos ensina como devemos olhar para dia de amanhã. Note como ele é, ao mesmo tempo, realista e autenticamente esperançoso. Mesmo descrevendo toda a ruína e angústia da situação do seu povo e de Jerusalém, ele ainda concentra seu pensamento na bondade de Deus. Sem fechar os olhos para o que estava ruim e errado, projeta seu olhar para aquilo que Deus pode fazer e transformar. Fundamenta sua esperança no Senhor. “A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele” (v.24). Reconhece que Deus é bom para os que o buscam e nele esperam.

Devemos olhar para o futuro da mesma maneira, sabendo que podemos ser realistas e fazer uma avaliação honesta daquilo que precisamos entregar e corrigir, e que também podemos descansar com confiança e esperança no poder do Deus Eterno. — LRS

Que o novo ano seja cheio de esperança entrelaçada à sua realidade de vida!

Um 2018 com muito amor!

Retirado do Pão Diário

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Teimosia e persistência: Você sabe a diferença?

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor." (Provérbios 16:1)

Ano novo, vida nova, novos planos! Se continuarmos a fazer as mesmas coisas, não podemos esperar que a situação mude, pois chegaremos ao final do ano do mesmo jeito que iniciamos. O segredo é não confundir teimosia com persistência.

Há uma linha muito tênue, quase invisível, que divide a persistência da teimosia. Nem todos conseguem enxergá-la. Alguns, na verdade, parecem não querer enxergá-la. Esse provérbio pode ser usado como um excelente teste para saber em qual das duas categorias nos encaixamos. Primeiro, veja que o provérbio faz uma separação entre aquilo que é responsabilidade do ser humano e aquilo que é prerrogativa do Senhor. Ao ser humano cabe o privilégio (e às vezes a necessidade) de planejar o que pretende fazer, enquanto que ao Senhor cabe o direito de enviar a resposta por meio de lábios de quem ele quiser.

Já encontrei várias pessoas que não tinham atentado para o fato de o provérbio não dizer que "a resposta certa vem dos lábios do Senhor", mas "a resposta certa dos lábios vem do Senhor". Percebe a diferença na colocação das palavras? Esse pequeno detalhe é a chave para entender a mensagem do texto. O fato de termos o privilégio e a liberdade de planejar não limita ou condiciona a resposta que Deus enviará. Deus poderia, se ele quisesse, enviar a resposta aos nossos planos diretamente a nós, mas, ao fazer isso por meio de lábios de outros, ele nos sugere a submeter nossos planos à apreciação de terceiros.

É precisamente nesse ponto que identificamos quem é o teimoso e quem é o persistente. O teimoso não gosta de submeter seus planos à apreciação de outros, temendo ser dissuadido daquilo que ele já decidiu fazer. O persistente submete seus planos ao parecer de outros, desejando ser avaliado e até dissuadido, se for o caso. O teimoso tem dificuldade em aceitar, como resposta de Deus, aquilo que ameaça a execução de seus planos. O persistente faz tudo o que é solicitado, do modo como foi solicitado e na hora em que foi solicitado (daí a sua persistência), mas ele sabe quando é o momento de parar. O teimoso tem dificuldade em separar seus planos da sua própria pessoa; quando seus projetos são criticados, ele toma isso como crítica à sua pessoa. O persistente não desiste diante da necessidade contínua de revisar os seus planos a cada crítica que recebe.

Você costuma mostrar a outras pessoas o que você planejou, buscando receber um comentário ou crítica? Qual é a resposta mais provável que você daria, caso alguém lhe dissesse: “Você quer meu conselho? Larga mão disso”. Quanto daquilo que você planeja depende somente de você a execução?